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Oposição critica Saúde sem se lembrar da herança tucana

Por meio de um requerimento do deputado Arlen Santiago (PTB), a comissão de Saúde debateu na quarta-feira (21/10) as dificuldades que o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta para atender os pacientes que vêm do interior. Um problema, que apesar de não ter sido reconhecido pelo parlamentar, que é o presidente da comissão, não citou que se trata de um reflexo do sucateamento da Saúde no estado de Minas Gerias, causado pelo descaso dos últimos 12 anos de governo do PSDB, que acumulou uma dívida de R$ 1,5 bilhão no setor.

Médico e conhecedor do sistema, o deputado Dr. Jean Freire (PT) ressaltou que o que o estado vive é reflexo de uma má gestão. “A primeira coisa a fazer é reconhecer que o problema existe e não é de hoje, não é nos últimos nove meses. Não podemos esquecer que além do rombo, 8 hospitais regionais foram paralisados pela gestão anterior e três nem saíram do papel. Minas sofreu com falta de medicamentos, ambulâncias e centros de exames para atender a população do interior do estado. No início do ano, 600 metros cúbicos de medicamentos vencidos foram encontrados num galpão, um prejuízo de R$ 13 milhões e o governo anterior ainda conseguiu reduzir em quase 5 mil o número de leitos entre 2005 e 2015”, lembrou o deputado.

Uma das medidas defendidas pelo deputado para o atendimento às pessoas do interior, foi a replicação do modelo de consórcios de saúde. “Quando os consórcios funcionam bem isso desafoga a capital. Por isso o governo deve investir mais no interior para melhorar também o sistema em Belo Horizonte”, explicou ele lembrando a retomada da obra do hospital regional de Uberlândia, que havia sido paralisada pelo governo tucano.

Com entendimento semelhante, o deputado Ricardo Faria (PCdoB) reconheceu que há grande concentração de serviços de saúde em Belo Horizonte e que é preciso descentralizar, empoderando as macrorregiões e os consórcios de saúde. “Esperamos que, com a construção dos hospitais regionais e dos centros de especialidades médicas em cada região, possamos melhorar isso”, defendeu.

Já o deputado Geraldo Pimenta (PCdoB) defendeu a taxação de grandes fortunas para o financiamento do setor. “Precisamos regulamentar essa medida que já é adotada por outros países”, lembrou.


A Saúde em Minas Grais herdada por Pimentel

• Rombo de R$ 1 bilhão e 500 milhões
• Faltam medicamentos, hospitais, ambulâncias e centros de exames para atender a população do interior do estado.
• 600 metros cúbicos de medicamentos vencidos (prejuízo de R$ 13 milhões)
• Apenas 25% dos municípios com SAMU
• 8 hospitais com obras paradas
• 3 que não saíram do papel
• Redução dos leitos hospitalares
▪ 37.595 (2005)
▪ 32.612 (2015)

O que está sendo feito
• Ampliação da rede do SAMU para mais 153 municípios com o SAMU de Varginha já entregue:
▪ Cobre uma região com 2,9 milhões de pessoas
▪ Disponibiliza 119 profissionais
▪ Conta com 43 ambulâncias em 34 bases
• O serviço de distribuição de medicamentos, hoje, é especializado.
• Gestão para o controle e evitar a falta de remédios.
• Revisão das obras dos hospitais regionais.
• Análise para entender os motivos de redução de leitos hospitalares e estratégia de ampliação.
• Revisão dos projetos dos Hospitais
• Retomada das obras do Hospital de Uberlândia


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