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Governo prevê melhoria na arrecadação, mas oposição insiste em atrasar a retomada da economia

Décio Junior - Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto: Divulgação

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), encaminhada pelo governador Fernando Pimentel à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), prevê uma redução do déficit orçamentário com o qual o governo vem trabalhando desde de 2015, quando assumiu a gestão do Estado. Naquela época, o rombo nos cofres mineiros chegava a R$ 7,2 bilhões, valores que não haviam sido divulgados pelo governo tucano.

A redução, segundo o vice-líder do governo, deputado Cristiano Silveira (PT), se dá pela ousadia de gestão do governador, que busca alternativas por meio de projetos e derenegociação da dívida.

O parlamentar destacou ainda a retomada do crescimento da economia mineira nos últimos meses. Com isso, a previsão do ICMS, por exemplo, principal fonte de arrecadação, deve saltar de R$ 42 bilhões para R$ 48 bilhões.


“Estamos considerando a recuperação econômica do estado junto com os projetos que se encontram na Casa, como o da criação dos Fundos e o da recuperação de créditos. Com isso, o estado consegue ter uma previsão razoável no termo do endividamento de Minas Gerais, para 2018”, disse o deputado.

Obstrução - O Projeto de Lei que cria os Fundos de Investimentos do estado, uma das principais apostas do governo para alavancar a economia mineira. tramita em regime de urgência na ALMG, mas vem recebendo críticas da oposição que se colocou em estado de obstrução.

A posição dos parlamentares oposicionistas já prejudicou a votação do PL na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e travou, na quarta-feira (17/05), a votação na Comissão de Administração Pública. Se vencer o prazo, que termina no dia 22 de maio, o PL segue para apreciação e votação em Plenário.

O líder da Minoria, deputado Gustavo Corrêa (DEM), lembrou que a oposição entrou na justiça contra os projetos do governador exigindo que o fosse retirado o regime de urgência. “Vou encaminhar 7 mil emendas, discutir e encaminhar todas”, ameaçou.

Já o líder do bloco independente, Agostinho Patrus (PV), lamentou a atitude do colega. “Sinto muito, pois acredito que o Parlamento mineiro seja o melhor lugar para discutirmos essas questões”, disse.

O presidente da CCJ, deputado Leonídio Bolças (PMDB), também se manifestou, dizendo que a obstrução é legítima, mas acredita que já é tempo de buscar a conciliação. "O caminho deverá ser o entendimento para que os projetos de lei de deputados possam ser votados. Portanto a única saída é o entendimento", afirmou.



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