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Opinião

 
 

Entre a realidade e as manchetes existe um Brasil e uma Minas que reagem

Quem enxerga o mundo pelas manchetes dos jornalões ou pelas chamadas de rádios e televisões tem toda a razão de acumular uma carga bem densa de pessimismo.

Dependentes da própria crise que ajudaram a criar, veículos diversos da imprensa brasileira têm que distorcer fatos, violar as regras básicas do bom jornalismo e traficar quantidades enormes de drogas do pessimismo nos impressos, na radiodifusão, nas emissoras a cabo e nos portais de internet.

Isso começa a mudar.

Em termos de Brasil, basta dizer que a opinião pública em sua maioria tende – cada vez mais – a se unificar no repúdio a projetos tramitando no Congresso Nacional que retiram direitos do povo. Ou seja, a divisão popular, um tanto artificial, que se verificou nos tempos do impeachment (em 2016) cede lugar a uma interessante convergência, há pouco tempo impensável: o povo deixa para lá as falsas polarizações e responde “não” aos atos do governo federal que revelam a essência das reais disputas no País.

Resumo das coisas: a histeria reacionária, anticomunista, machista, racista, homofóbica e xenofóbica que se instalou no País nos últimos dois anos mostra-se impotente para barrar novas possibilidades de reunificação do Brasil. Pelo menos, para setores populares e médios que agora compreendem que para seja enfrentada a crise econômica, o caminho não pode ser o de vilipendiar direitos.

As greves gerais, as manifestações e os protestos em Brasília moldam um novo Brasil.

Caminho semelhante é o de Minas. Só que aqui, o Poder Executivo e o Legislativo estão no curso desse novo Brasil que vem sendo construído, contra a pauta regressiva de Brasília.

O governador Fernando Pimentel saudou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os procedimentos relativos ao processo a que é submetido, por falsas acusações, no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para o governador mineiro, esse fato dá equilíbrio jurídico ao processo e garante tranquilidade no esforço de superar a crise econômica no âmbito do estado, sem ameaças de descontinuidade administrativa.

O Bloco Minas Melhor, base parlamentar do governo Pimentel, segue com sua pauta positiva, apesar da oposição tucana que aposta no caos. Avança a tramitação do projeto de lei que institui o primeiro Plano Estadual de Cultura mineiro, preenchendo uma lacuna de sete anos. Por iniciativa da ALMG, laços entre o Rio Grande do Sul e Minas Gerais se fortalecem para cobrar o encontro das contas com a União. A anistia aos servidores da educação, que promoveram paralisações em campanhas reivindicatórias, segue com tramistação positiva nas comissões permanentes do poder legislativo. Iniciativa de 34 parlamentares do Bloco Minas Melhor, esse projeto é resultado de um diálogo franco e respeitoso com as lideranças da categoria da educação do estado de Minas Gerais.

Enfim, a história também é escrita por aquilo que, necessariamente, não é a pauta dos jornalões.





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