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Trabalhadores mineiros aderem à Greve Geral contra as reformas da Previdência

Núcleo de Comunicação Minas Melhor

Em entrevista coletiva na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na quarta-feira (26/04), a presidente da Central Única dos Trabalhadores – CUT/MG, Beatriz Cerqueira, garantiu que a Greve Geral do dia 28/04, sexta-feira, não tem um único protagonista e que vai contar com grande adesão popular pelo seu caráter único: “Não é uma manifestação sindical, é uma convocação para a paralisação do maior número possível de categorias profissionais, para mostrar aos deputados e ao presidente Temer, que o povo não aceita as reformas nefastas que eles querem fazer na Previdência e nas leis que defendem o trabalhador, rasgando a CLT. Nem durante o regime militar esses direitos foram perdidos. É inaceitável”, manifestou.

A coletiva contou ainda com representantes dos sindicatos dos Metroviários, dos Rodoviários, dos Eletricitários, da Sind-Ute e dos Petroleiros.

O 1º Secretário da Assembleia, deputado Rogério Correia (PT), destacou a união dos parlamentares da base do governo no Parlamento Mineiro. "O Bloco Minas Melhor se unificou em duas questões centrais: primeiro na crítica à Reforma da Previdência e segundo contra forma atropleada com que as mudanças nas leis trabalhistas estão sendo feitas no Congresso Nacional.”

De acordo com a CUT, estão confirmadas para a Greve Geral em Minas Gerais as participações de 52 representações sindicais, além dos agricultores familiar e trabalhadores informais em todo o estado. No interior estão programados 53 atos e manifestações pela Greve.

Romeu Machado, representante do sindicato dos Metroviários, justificou a adesão de sua categoria à greve. “Quando esses deputados [federais] foram eleitos, eles não disseram que fariam essas reformas na Previdência e na CLT, senão não seriam eleitos. Eles não estão ouvindo as ruas e estão mexendo nos direitos não só dos trabalhadores, mas de todos os cidadãos. E a terceirização, que foi aprovada na calada da noite, já está acontecendo e chegou com aumento de horas trabalhadas e diminuição salarial", enfatizou. 

A participação da população e de grupos de mídias alternativas explicando o que são a Reforma da Previdência, a trabalhista e a terceirização, tem contribuído para a alta mobilização popular nas ruas e nas redes sociais. Para Beatriz, a Reforma da Previdência só não aconteceu ainda por causa das grandes manifestações que estão acontecendo no Brasil desde o início de março deste ano. “A reforma só não foi levada em votação ainda porque os deputados, que precisarão dos votos do povo em 2018, estão com medo, pois seus nomes estão sendo divulgados, como responsáveis pelas perdas de direitos para os trabalhadores”, lembrou.

Além dos Metroviários, anunciaram paralisar as atividades os setores de transportes de ônibus, bancários, eletricitários, previdenciários, metalúrgicos, escolas particulares e públicas, trabalhadores da saúde, servidores da prefeitura, do estado e federais, petroleiros, comerciários, dentre outros. Em todo o estado de Minas Gerais também estão marcadas manifestações ao longo de todo dia da Greve Geral. E segundo a CUT, os protestos continuarão em todo o país no 1º de Maio, Dia do Trabalhador.


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