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Ignorando o povo mineiro oposição emprerra votação de projetos na ALMG


Exaltado, Sargento Rodrigues ameaçou dois servidores

Décio Junior - Bloco Minas Melhor

Importantes Projetos de Lei (PL) como o que inclui a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e a Universidade de Montes Claros (Unimontes) no sistema de cotas, e que cria a assistência estudantil, assim como o PL que garante acesso livre de autoridades nos sistemas carcerários de Minas Gerais e o que cria os Fundos de Investimentos que podem alavancar a economia de mineira, poderiam ter sido votados na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa na quarta-feira (26/04). Isso se deputados da oposição não tivessem articulado o encerramento da reunião antes do tempo previsto, alegando falta de quórum.

Marcada para ter início às 10h30 da manhã, com prazo regimental de 15 minutos de atraso, o deputado Bonifácio Mourão (PSDB), na ausência do presidente Leonídio Bouças (PMDB) e do vice Hely Tarqüínio (PV), assumiu a presidência e encerrou a reunião às 10h34, no instante em que presidente e vice se deslocavam de outra reunião para o plenarinho da Comissão.

Mesmo com argumentos de deputados da base do governo de que os parlamentares estavam dentro do prazo que determina o regimento, a oposição não quis dar continuidade aos trabalhos.

O deputado Hely Tarqüínio tentou argumentar com parlamentares da oposição, dizendo que estava presenta no plenarinho e pediu para que "não fossem tão radicais". Durval Ângelo (PT) também argumentou, dizendo que os trabalhos deveriam ter sido conduzidos pelo vice-presidente. “Com o Hely estando no recinto, o senhor não tinha competência para abrir nem para encerrar. É preciso respeitar o vice-presidente”, disse ele ao deputado Bonifácio Mourão.

O presidente Leonído Bouças chegou a reabrir a reunião, mas foi ameaçado pelo líder do bloco Verdade e Coerência, Gustavo Corrêa (DEM), e sofreu pressão dos deputados Gustavo Valadares (PSDB), João Leite (PSDB) e Sargento Rodrigues (PDT). “Não deixamos funcionar, pronto e acabou”, disse Rodrigues.

Exaltado – Apesar da tentativa de diálogo feita pelos deputados Hely Tarqüíneo e André Quintão (PT), líder do Bloco Minas Melhor, os deputados da oposição se mantiveram firmes em não votar os projetos da pauta. Entre os mais exaltados, o deputado Sargento Rodrigues, aos gritos, disse que mesmo com a reunião aberta os projetos não seriam votados. “Não vai votar nada, nós vamos obstruir”, avisou Rodrigues.

O parlamentar também chegou a ameaçar dois servidores da Casa. Para um deles pediu para que não entrasse na discussão alegando que ele não era consultor daquela Comissão. Já com uma assessora da Constituição e Justiça, servidora concursada da Assembleia Legislativa que estava auxiliando o presidente Leonídio Bouças, Sargento Rodrigues foi mais agressivo e intimidador, pedindo que anotassem o nome e o seu registro funcional, ameaçando abrir um processo administrativo contra ela. O caso repercitiu de maneira negativa na imprensa e pelas redes sociais. 

Oposição atrasa MG - Na reunião extraordinária convocada pelo presidente da CCJ, deputado Leonídio Bouças (PMDB), na quinta-feira, a oposição voltou a impedir o andamento dos trabalhos. O líder do Bloco Verdade e Coerência, Gustavo Corrêa, disse que a oposição vai obstruir os trabalhos até 2018, fazendo uso da palavra (cada deputado dispõe de 30 minutos) e apresentando requerimentos. "Vamos apresentar 100, 200 requerimentos e nada vai ser votado".


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