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Deputados encabeçam mobilização contra retirada de direitos


Dr. Jean Freire disse que é preciso que cada um faça a sua parte contra a reforma da Previdência

Núcleo de Comunicação Minas Melhor

Foto: Guilherme Dardanhan/ALMG


Trabalhadores e trabalhadoras de diferentes categorias participaram de uma audiência pública presidida pelo 1º Secretário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Rogério Correia (PT), para protestar contra as reformas trabalhistas e da Previdência, apresentadas pelo atual governo e que tramitam no Congresso. A concentração aconteceu no espaço popular José Aparecido de Oliveira da ALMG, após a manifestação pelas ruas de Belo Horizonte na manhã de quarta-feira (15/03), que reuniu cerca de 150 mil pessoas.

Rogério Correia, que intitulou a reunião como “audiência popular”, reforçou que a reforma só será barrada no congresso caso haja ampla manifestação popular. “Estamos acompanhando a movimentação feita pelas entidades sindicais, mas é preciso que todo e qualquer trabalhador fortaleça esse movimento e que pressione o seu deputado e deputada para que votem contra essa reforma que vai impedir que o trabalhador brasieliro tenha direito à sua aposentadoria”, frisou.

Representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e de sindicatos de diferentes categorias participaram da audiência.

Dentre os parlamentares, Geraldo Pimenta (PCdoB), que acompanhou pela manhã as atividades em Betim na Região Metropolitana de BH, convocou os demais trabalhadores. “É hora de todos defenderem os direitos constituídos. Não vamos aceitar nenhum tipo de retrocesso”, afirmou.

Já a deputada Marília Campos disse que a primeira resposta à PEC 278, que prevê a reforma foi dada em 8 de março, data em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher. “As mulheres em Belo Horizontes realizaram a maior manifestação do Brasil e mostraram a sua força. Mas ainda não é o suficiente. Temos que pressionar todos os deputados federais para que não aprovem essa reforma”, destacou.

Marília destacou ainda a fala do deputado Antônio Jorge (PPS), da oposição, que durante reunião em plenário, fez duras críticas à reforma. “Uma fala que mostra que essa não é uma defesa do PT, mas de todos àqueles que defendem os trabalhadores e trabalhadoras em Minas e no Brasil”.

Paulo Guedes (PT) ressaltou que o povo está atento aos atos dos deputados federais. “Vamos mapear a resposta de cada um deles”, disse.

A deputada Geisa Teixeira (PT) alertou os trabalhadores para o momento de desmonte provocado pelo atual governo. “Se essa reforma passar, quem mais vai sofrer serão as mulheres”, lembrou.

Do Vale do Jequitinhonha, Dr. Jean Freire (PT) disse que as manifestações não podem parar. “Temos que sair daqui e continuar esse movimento em casa, nas escolas, no trabalho. É preciso que todos façam a sua parte para que os deputados federais não aprovem essas medidas”, reforçou.

Contra a reforma – Outros deputados do Bloco Minas Melhor que não participaram da audiência também se manifestaram contra a proposta.

Na manifestação no centro de BH, André Quintão (PT) disse que o golpe em curso está sucateando as políticas públicas. "Eu não tenho nenhuma dúvida de quem pode barrar essa reforma que vai contra as mulhres, os trabalhadores do campo e da cidade, contra as pessoas idosas que recebem o benefício de prestação continuada é o povo nas ruas", reforçou.

Thiago Cotta (PMDB) compartilhou um vídeo em suas redes sociais chamando a atenção para a perda que terão os trabalhadores, principalmente os da atividades rurais. “Sou totalmente contra. Eu sei que essa reforma não passa pelas assembleias estaduais do nosso país, mas também sei que, como cidadão devemos nos posicionar. Por isso me posiciono ao lado de cada um dos trabalhadores contra a Reforma da Previdência”, disse.

Ulysses Gomes (PT) ressaltou que a reforma proposta não vai resolver os problemas do país. “Não é justa uma reforma que jogue tudo nas costas do trabalhador. Neste momento, é importante a união dos trabalhadores e este movimento de hoje (15/03) é o início de uma grande mobilização para defendermos os nossos direitos”, pontuou.

O líder de governo, deputado Durval Ângelo (PT), que participou das manifestações foi categórico: “Não aceitamos que o direito de aposentar seja retirado do trabalhador e da trabalhadora brasileira”.

O deputado Celinho do Sintrocell (PCdoB) disse que as manifestações de quarta foram as mais importantes dos últimos tempos. “Elas marcaram o ingresso das classes trabalhadoras na luta política nacional. O que o governo federal pretende fazer não é reformar a Previdência Social. Ele quer é tirar direitos do povo para garantir recursos aos grandes monopólios financeiros. Todas as medidas e ações devem ser tomadas para barrar as propostas criminosas que atentam contra os direitos constitucionais dos brasileiros. E vamos enfrentar mais essa luta juntos”, concluiu.



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