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Trabalhadores de Minas Gerais anunciam adesão à greve geral


Greve deve reunir milhares de pessoas no centro de BH

Núcleo de Comunicação Minas Melhor

Foto: Assessoria de comunicação deputada Marília Campos

Trabalhadores de diversas categorias anunciaram em entrevista coletiva realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais na terça-feira (14/03) a participação na greve geral marcada para quarta-feira (15/03) em todo o país, em protesto contra a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287, que prevê severas mudanças no sistema previdenciário e contra o Projeto de Lei 6.787, que mexe nos direitos trabalhistas. As duas matérias serão discutidas pelo Congresso no mesmo dia da paralisação.

O anuncio foi acompanhado pele 1º Secretário da Mesa Diretora, Rogério Correia (PT) em seguida, os sindicalistas se reuniram com o presidente da Assembleia, Adalclever Lopes (PMDB)

De acordo com Beatriz Cerqueira, presidenta da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), a manifestação na capital está marcada para às 9h na Praça da Estação. “No interior teremos atividades em várias cidades como Varginha, Unaí, Uberaba, Uberlândia, Juiz de Fora, Barbacena e São João Del Rei”, anunciou.

Beatriz alertou que se os deputados federais aprovarem a PEC, proposta pelo atual governo, eles vão acabar com o direito de aposentadoria dos trabalhadores. “Esse congresso foi eleito em 2014 para ser um congresso normal e não um congresso constituinte para revisar a constituição. Então os deputados federais e os senadores não têm legitimidade, na tem autorização da população brasileira para fazer essa revisão que estão tentando fazer”, alertou.

Beatriz, que também é presidenta do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais – Sind-UTE, ressaltou que a reforma atinge também àqueles que não estão no mercado de trabalho. “Se eu não me aposento não saio do mercado de trabalho logo, quem está estudando não entra. Portanto, essa é uma reforma que é inaceitável. Vai aumentar a desigualdade e a pobreza. Nenhum país resolveu seus problemas fazendo um processo de retirada de direitos como essa”, afirmou.

Educação – Além dos trabalhadores da educação pública, que vão manter uma paralisação contínua a partir de quarta-feira (15/03), os educadores das escolas privadas também vão aderir à greve geral. “Essa proposta impossibilidade a aposentadoria, pois os professores da rede privada, aos 50 e poucos anos de idade serão excluídos do mercado de trabalho e não terão a possibilidade de se aposentar. Por isso o sindicato dos professores estarão nas ruas a partir de amanhã e mais de 20 grandes escolas da capital já sinalizaram que vão parar. Estaremos vigilantes e vamos reagir a essa reforma, disse a presidente do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro Minas), Valéria Morato.


Outras categorias também anunciaram paralisação. Os metroviários, que lutam contra a terceirização, farão uma greve de exatamente 24 horas retomando as atividades a meia noite de quarta-feira. Já os trabalhadores do MST disseram que além de participar das manifestações na cidade, haverá também manifestação no campo.


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