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Escárnio a funeral de petista ainda repercute na sociedade

Os atos ofensivos praticados por eleitores de Aécio Neves no funeral do ex-senador e ex-presidente nacional do PT José Eduardo Dutra, na segunda-feira (05/10), foram repudiados nas redes sociais de internet e reverberaram no plenário da ALMG no dia seguinte (06/10).

Deputados de diversos partidos lamentaram, como os líderes da Maioria, Vanderlei Miranda (PMDB); do governo, Durval Ângelo (PT) e do Bloco Minas Melhor, Rogério Correia (PT) se revezaram na tribuna e nos microfones de apartes detalhando os lamentáveis fatos. Os deputados Professor Neivaldo (PT) e Dirceu Ribeiro (PHS), do Bloco Compromisso com Minas, se somaram ao repúdio contra o desrespeito ocorrido. Antônio Jorge (PPS), de oposição ao governo Fernando Pimentel, declarou – em caratér individual – ser contra esse tipo de manifestação e prestou solidariedade aos parentes, amigos e companheiros de José Eduardo Dutra. E foi enfático na cobrança da apuração dos fatos e “punição exemplar” dos responsáveis.

Ressaltou-se ainda que dentre os manifestantes estavam alguns conhecidos por comparacerem às galerias da ALMG e ofenderem deputados e deputadas. Como ocorreu na votação do PL 2.817/15, com palavras de baixo calão e ameaças de agressão física a parlamentares.

Uma representação ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) feita pelos deputados Cristiano da Silveira (PT), Durval Ângelo e Rogério Correia, além da presidente estadual do PT, Cida de Jesus, pode resultar na instauração de Ação Penal Pública, por crime previsto no artigo 208 do Código Penal: “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”. Pena: um mês a um ano de detenção.

Outros crimes podem ser comprovados, tais como incitação ao ódio, pregação de golpe militar, injúria contra a Presidente da República. O que agravaria ainda mais a provável Ação Penal Pública. Lembrando que o constrangimento atingiu outro velório que se realizava no local.

Vários dos ofensores foram identificados. Alguns, inclusive, ocultaram seus perfis de redes sociais, ante a repercussão negativa de seus atos. A gráfica que produziu os panfletos, o veículo usado na distribuíção e seus proprietários já tem também identificação garantida.

E de quebra, tais ativistas ofenderam jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas com acusações e insinuações diversas.


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