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Organizadoras do 8 de março vão realizar Ciclo de Debates na Assembleia


O 1o Secretário, deputado Rogério Correia (PT), representou o presidente da ALMG Adalclever Lopes (PMDB) na reunião
Ass. Com. ALMG
Foto: Flávia Bernardo/ALMG


A comissão de entidades organizadoras das atividades do 8 de Março definiu a proposta de realização de do Ciclo de Debates que visa discutir a educação, o enfrentamento ao machismo e a garantia dos direitos das mulheres em Minas Gerais. O evento deve ser realizado na Assembleia Legislativa no dia 30 de março e foi comunicado na quinta-feira (23/02), pela deputada Marília Campos (PT), ao presidente do parlamento mineiro, deputado Adalclever lopes (PMDB).

O evento deve substituir as atividades que haviam sido previamente programadas pelo grupo para o dia 07 de março, mas cancelado devido a uma dificuldade de organização. Na quarta-feira (22/02), representantes de entidades da sociedade civil, movimentos sociais e feministas chegaram a entregar uma carta com a programação ao 1o Secretário da Mesa Diretora, deputado Rogério Correia (PT).

A deputada Marília Campos ressaltou que a participação das mulheres servidoras da Assembleia será fundamental e que para isso vai solicitar à presidência a liberação do ponto. “Vamos fazer essa solicitação ao presidente para que as servidoras efetivas, contratadas e terceirizadas que tiverem interesse no debate, possam participar que se haja qualquer tipo de perda”, explicou.

Representação feminina – Na quarta-feira (22/02) três deputadas da bancada feminina da ALMG, com apoio dos movimentos sociais das mulheres, voltaram a cobrar a Mesa Diretora a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição do Estado (PEC 16/15). O documento pede a garantia de pelo menos uma mulher na Mesa da Assembleia. “Temos um parlamento com uma maioria masculina e machista e essa é uma dificuldade. Não conseguimos garantir a presença das mulheres para o próximo biênio, mas vamos continuar lutando para que a PEC entre na pauta e possa ser votada e aprovada, para que nas próximas legislaturas possamos quebrar essa hegemonia”, disse.

Segundo a deputada Celise Laviola (PMDB), inúmeros acontecimentos que marcaram o cenário político no ano passado dificultaram a colocação da matéria em pauta. “Os ânimos estavam acirrados e o projeto corria o risco de ser derrotado”, admitiu.

O 1º-secretário da ALMG, deputado Rogério Correia (PT), declarou que trabalhará para mobilizar seus colegas pela aprovação da PEC 16/15. “Vou continuar insistindo na presença de mais mulheres na Mesa. Realmente muitos deputados não são a favor da PEC. Mais do que convencer, a sociedade deverá fazer pressão para que a proposta seja aprovada”, afirmou.

A deputada Geisa Teixeira (PT) ressaltou que, apesar dos avanços recentes, as mulheres ainda enfrentam discriminação para se verem representadas nos espaços de poder. “Já passou a época em que gostávamos de receber flores no Dia da Mulher. Hoje preferimos discutir o combate à violência e como aumentar a nossa representatividade”, afirmou.


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