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Direitos Humanos quer apuração de agressões contra ex-vereador


Por Ilson Lima

Betinho Duarte solicitou investigação de episódio em que teria sido vítima de grupos de direita e de agentes da PM e Guarda Municipal

Vítima no passado recente da brutalidade da Ditadura Militar, vítima hoje da intolerância e do ódio alimentado por grupos de direita em nossa sociedade. É assim que o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Betinho Duarte sintetiza sua trajetória de militante e cidadão brasileiro, numa das partes do seu relato à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa na quarta-feira (14/10).

Na Comissão, Betim solicitou simplesmene a apuração da verdade factual do episódio em que se envolveu na noite do dia 8 de setembro, uma terça-feira. O presidente da Comissão, deputado Cristiano Silveira (PT) afirmou que vai requerer à Polícia Militar e à Guarda Municipal de BH a investigação das supostas agressões sofridas pelo ex-vereador, incluisive as gravações das câmeras de segurança do Sistema Olho Vivo localizadas nas imediações onde ocorreu o fato.

Na via sacra que se propôs pela manutenção de sua dignidade, Betinho, uma figura ímpar da luta pela democracia em nosso País, já havia passado por outras instituições nas quais protocolou documento dando sua versão do fato em que foi um dos atores há mais de um mês.

Ele conta que teve seu carro cercado por um grupo de pessoas na esquina das Avenidas Getúlio Vargas com Critóvão Colombo. O sinal fechou para ele e sua mulher, com quem se dirigia ao cinema. “Eu só ouvia os gritos de comunista, ladrão e assassino., e não conseguia entender porque tanto ódio e intolerância juntas”, frisa. Segundo ele, o cerco durou uma hora.

Conhecido militante da luta pelos direitos humanos, em especial da luta pela anistia aos presos políticos da Ditadura Militar, Betinho lamenta que esteja sendo, pela segunda vez, vítima da intolerãncia e do ódio. “Infelizmente, essas pessoas que agrediram a mim e a minha mulher, fazem parte desses grupos de extrema direita que ressurgiram no Brasil, com roupagem nova, mas destilando puro veneno, com ataques à democracia e às pessoas que pensam de outra forma”, ressalta.

A acusação contra o ex-presidente da Câmara Municipal de BH é que ele, no dia anterior às agressões que sofreu, teria arrastado uma senhora com o braço preso pelo vidro dianteiro do carro, provocando-lhe ferimentos graves. Betinho alega que não passou pelo local no dia 7 de setembro, mas, sim, no dia 6, e não houve esse incidente, nem há boletim de ocorrência sobre o episódio, muito menos documentos que comprovam as lesões na mulher.

No dia 6, parei na mesma esquina e uma mulher me ofereceu um boneco com a imagem do Lula, com roupa de presidiário e o número 171 grafado no peito. Recusei e apenas perguntei se por acaso o Lula tinha sido condenado. O diálogo foi esse”, assegura.

Estamos em um estado de direito, em que pactuamos pela obediência às regras que hoje vigem na sociedade, temos que respeitar as leis, as autoridades, sob pena de cairmos no mesmo fundo de poço em que estávamos há pouco tempo”, constata. Ele assegura que seus agressores são dos mesmos grupos que invadiram o velório do ex-presdidente do PT, José Eduardo Dutra, na semana passada, e criminosamente ofenderam seus parentes, amigos e companheiros partidários.

Para o Cristiano Silveira, essas agressões têm sido estimuladas por grupo políticos oportunistas, que se fomentam o ódio, sob o apoio de lideranças imaturas da oposição. “Não aceitam o jogo democrático e querem ganhar a qualquer custo”, pondera.

Vítima no passado recente da brutalidade da Ditadura Militar, vítima hoje da intolerância e do ódio alimentado por grupos de direita em nossa sociedade. É assim que o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Betinho Duarte sintetiza sua trajetória de militante e cidadão brasileiro, numa das partes do seu relato à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa na quarta-feira (14/10).

Na Comissão, Betim solicitou simplesmente a apuração da verdade factual do episódio em que se envolveu na noite do dia 8 de setembro, uma terça-feira. O presidente da Comissão, deputado Cristiano Silveira (PT) afirmou que vai requerer à Polícia Militar e à Guarda Municipal de BH a investigação das supostas agressões sofridas pelo ex-vereador, incluisive as gravações das câmeras de segurança do Sistema Olho Vivo localizadas nas imediações onde ocorreu o fato.

Na via sacra que se propôs pela manutenção de sua dignidade, Betinho, uma figura ímpar da luta pela democracia em nosso País, já havia passado por outras instituições nas quais protocolou documento dando sua versão do fato em que foi um dos atores há mais de um mês.

Ele conta que teve seu carro cercado por um grupo de pessoas na esquina das Avenidas Getúlio Vargas com Cristóvão Colombo. O sinal fechou para ele e sua mulher, com quem se dirigia ao cinema. “Eu só ouvia os gritos de comunista, ladrão e assassino., e não conseguia entender porque tanto ódio e intolerância juntas”, frisa. Segundo ele, o cerco durou uma hora.

Conhecido militante da luta pelos direitos humanos, em especial da luta pela anistia aos presos políticos da Ditadura Militar, Betinho lamenta que esteja sendo, pela segunda vez, vítima da intolerãncia e do ódio. “Infelizmente, essas pessoas que agrediram a mim e a minha mulher, fazem parte desses grupos de extrema direita que ressurgiram no Brasil, com roupagem nova, mas destilando puro veneno, com ataques à democracia e às pessoas que pensam de outra forma”, ressalta.

A acusação contra o ex-presidente da Câmara Municipal de BH é que ele, no dia anterior às agressões que sofreu, teria arrastado uma senhora com o braço preso pelo vidro dianteiro do carro, provocando-lhe ferimentos graves. Betinho alega que não passou pelo local no dia 7 de setembro, mas, sim, no dia 6, e não houve esse incidente, nem há boletim de ocorrência sobre o episódio, muito menos documentos que comprovam as lesões na mulher.

“No dia 6, parei na mesma esquina e uma mulher me ofereceu um boneco com a imagem do Lula, com roupa de presidiário e o número 171 grafado no peito. Recusei e apenas perguntei se por acaso o Lula tinha sido condenado. O diálogo foi esse”, assegura.

Na opinião de Betim, o Brasil vive hoje em um estado de direito, em que foi pactuado a obediência às regras que hoje vigem na sociedade. “Temos que respeitar as leis, as autoridades, sob pena de cairmos no mesmo fundo de poço em que estávamos há pouco tempo”, constata. Ele assegura que seus agressores são dos mesmos grupos que invadiram o velório do ex-presidente do PT, José Eduardo Dutra, na semana passada, e criminosamente ofenderam seus parentes, amigos e companheiros partidários.

Para o Cristiano Silveira, essas agressões têm sido estimuladas por grupo políticos oportunistas, que se fomentam o ódio, sob o apoio de lideranças imaturas da oposição. “Não aceitam o jogo democrático e querem ganhar a qualquer custo”, pondera.


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