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Movimentos sociais e populares realizam ato em defesa dos direitos e pelas liberdades democráticas


Os trabalhadores e suas lideranças vêm percebendo que só a união de suas forças será capaz de deter os retrocessos na retiradas de seus direitos


Por Ilson Lima

Mais de mil pessoas, representantes dos movimentos sociais e dos sindicatos de trabalhadores, uniram suas forças em ato pelas liberdades democráticas. Na opinião dos participantes da audiência pública conjunta realizada na sexta-feira (11/11) pelas Comissões de Trabalho, da Previdência e da Assistência Social e de Direitos Humanos, o País vive um momento dramático em que está em xeque o estado direito. “Vivemos um retrocesso político no Brasil desde o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, com a possibilidade de perdas de direitos dos trabalhadores e de direitos sociais duramente conquistas nas últimas décadas pelo povo brasileiro”, ressaltou o líder do bloco Minas Melhor, deputado Rogério Correia (PT).

Ele também afirmou que esse retrocesso se expressa da mesma forma na tentativa das forças de oposição de suspender o mandato do governador Fernando Pimentel . “Os tucanos e seus aliados tentam fazer em Minas a mesma coisa que fizeram em nível nacional. Querem roubar os mais de 5 milhões de votos que o governador Pimentel teve nas urnas, querendo imputar-lhe um crime que não cometeu, já que as acusações contra são anterior à posse como governador”, explicou. “Estamos vivendo uma ditadura institucional”, completou o parlamentar.

A presidente da Comissão de Participação Popular, deputada Marília Campos (PT), reiterou o que vem afirmando nas reuniões feitas com os setores dos movimentos sociais para tratar das reformas que estão em curso no Congresso Nacional e que dizem respeito aos direitos trabalhistas e previdências do povo brasileiro. “Estamos assistindo a golpes em série no Brasil, e que visam superar a crise em cima dos interesses dos trabalhadores”, frisou.

Para os representantes das centrais sindicais, União Geral dos Trabalhadores de Minas Gerais (UGT), Luiz Adriano Teodoro, Marcelino da Rocha, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB); Beatriz Cerqueira, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e Wanderson Rocha, da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas, o contexto político brasileiro exige uniao e resistência do povo brasileiro e de suas lideranças. “Precisamos nos mirar no espírito de luta que a juventude vem demonstrando nas batalhas que vem travando pelo Brasil afora, seja nas escolas ou nas ruas”,

Para eles, os trabalhadores têm que forjar sua força para desencadear suas lutas, como a greve geral, possibilidade que vem sendo debatida entre as centrais e movimentos populares.




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