Facebook Youtube Twiter Sound cloud
nas redes
 
 
Logo Minas Sem Censura Newsletter

Mais Notícias

 
 

Revisão do PPAG começa a ser discutida na Assembleia Legislativa


A deputada Marília campos e o deputado Doutor Jean Freire defenderam a participação da sociedade na revisão do PPAG para 2017

Por Ilson Lima

Durante a abertura da revisão do Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG 2016-2019) para o exercício de 2017, iniciada na segunda-feira (07/11), na Escola do Legislativo da ALMG, a deputada Marília Campos (PT) disse que projeto do PPAG “não pode ser uma peça de ficção, mas, sim, de execução e por isso é fundamental que os diferentes segmentos da sociedade civil participem efetivamente desta fase”.

Segundo a deputada, o contexto político conturbado, dominado pela crise econômica e social deve ser um incentivo a mais para a população intervir nas políticas públicas do estado. “Não é só quando temos abundância de recursos, ou quando eles estão garantidos, é que a sociedade deve participar, mas, principalmente, nesses momentos de crise, quando temos que saber priorizar os investimentos”, ressaltou.

Tendo a segurança pública como um dos eixos discutidos na segunda-feira, o educador do Programa de Controle de Homicídios “Fica Vivo”, com atuação em comunidades das regiões Noroeste e Norte de Belo Horizonte, Rodrigo Nogueira Carneiro de Mendonça reforçou a necessidade de garantia dos recursos para as atividades esportivas e culturais desenvolvidas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). “Os jovens das periferias têm que ter acesso às políticas públicas que possam lhes dar o mínimo de bem-estar”, pontuou.

Para 2017, o plano governamental prevê investimentos de R$ 650 mil para as atividades do Fica Vivo. “Houve uma redução de R$ 200 mil nos recursos do programa, mas estamos aqui para garantir esse dinheiro, ainda que menor, para o segundo ano das olimpíadas nas periferias e as outras atividades culturais que realizamos”, observou.

A Coordenadora Especial de Prevenção à Criminalidade da Secretaria de Segurança Pública, Andreza Rafaela Gomes, pontuou que trabalha atualmente com o fortalecimento de quatro programas prioritários: o Fica Vivo; o Mediação de Conflitos; o Central de Acompanhamento de Penas Alternativas (Ceapa); e o Programa de Inclusão do Egresso do Sistema Prisional. “O objetivo dessas ações é atingir os jovens entre 12 a 24 anos, com atividades voltadas para a prevenção dos crimes e delitos praticados nessa faixa etária”, explicou.

A coordenadora disse que 32 aglomerados de 45 unidades implantadas em Minas — 32 com base nos territórios geográficos do Estado e 13 com base municipal — garantem a qualidade do atendimento e a efetividade das ações planejadas. “Para aferir esses aspectos dos programas temos que ter a participação das comunidades atendidas. Sem isso, é impossível falar em prevenção”, alertou.

Com o desafio de administrar as ações da Polícia Civil em tempos de crise, o diretor de Planejamento e Orçamento dessa instituição, Nícolas Pereira Campos Ferreira reconheceu que terá uma tarefa difícil para o ano que vem. “A Assembleia tem que garantir os recursos mínimos para manter a Polícia Civil de pé, do contrário ficará impossível dar sequência aos programas que temos pela frente, como a reestruturação das nossas unidades, por exemplo”, mencionou.

Além da segurança pública, outros grupos vão discutir até sexta-feira (11/11) as diretrizes para as áreas de saúde e proteção social; educação e cultura; infraestrutura e logística e desenvolvimento produtivo, científico e tecnológico. O deputado Doutor Jean Freire (PT) também acompanhou o início dos debates na Escola do Legislativo.




Logo Minas Melhor Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Rua Rodrigues Caldas, 79 - 3º andar
Santo Agostinho - BH / MG

(31) 2108-7597 minasmelhoroficial@gmail.com
Copyright 2016 Minas Melhor.
Facebook Youtube Twiter Sound cloud
nas redes