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Deputados reforçam críticas sobre a PEC 241

Núcleo de Comunicação Minas Melhor

Os deputados Cristiano Silveira e Rogério Correira levaram o debate sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 241) para o parlamento mineiro, com intuito de alertar os riscos que a sociedade mineira, assim como todos brasileiros, correm caso a proposta seja aprovada no Congresso Nacional.

“O que está acontecendo em Brasília não é uma simples briga de polítricos. O que o trabalhador precisa entender é que ele está pagando a conta do golpe pois, as mediadas apresentadas como controle de gastos, vai diminuir os investimentos que o Estado brasileiro faz hoje, no cidadão mais pobre, naquele que mais precisa de políticas públicas de saúde, educação e distribuição de renda”, alertou Cristiano, vice-líder do bloco Minas Melhor.

Segundo ele, com o congelamento que está sendo aprovado, o salário mínimo não será reajustado e perderá o seu poder de compra ao longo de 20 anos. “Medidas para para os mais ricos e taxações sobre as grandes fortunas, nenhuma. A Fiesp e aqueles que articularam o golpe na avenida Paulista não serão atingidos mas sim, o trabalhador assalariado. A PEC 241 vai atingir a todos nós”, alertou.

Já o líder do Bloco, deputado Rogério Correia chamou a atenção para a amplitude do impacto, caso a PEC seja aprovada. “Vai faltar remédio, vai faltar estrutura hospitalar e vai atingir inclusive aqueles falsos ricos que quando não puderem mais pagar os seus Planos de Saúde, vão procurar o SUS que estará sucateado. O que o PSDB e o DEM querem é tirar do povo brasileiro uma conquista constitucional” lembrou.

De acordo com a Constituição Federal Estado brasileiro é obrigado a investir 18% em Educação e 13% em Saúde de acordo com a sua arrecadação. Com a PEC esse percentual ficará defaso ao longo de 20 anos levando os sistemas a um colapso social.

Rogério lembrou o retrocesso pelo qual o país deve passar, vai atingir também os setores da educação e assistência social com corte de recursos para financiamento de bolsas, aberturas de novas vagas e fim de programas sociais como o Bolsa Família. “Vou além, eles vão acabar ainda com a segurança pública e só quem tiver dinheiro é que vai poder bancar a sua própria segurança”, alertou.

Para os líderes, a mobilização da sociedade brasileira contra a aprovação da PEC 241, que deverá ser votada na próxima terça-feira, 25/11, e os debates sobre o risco eminente de retrocesso devem estar na pauta das discussões em todos os ambientes e nas ruas.

Além dos líderes, o deputado Antônio Jorge (PPS) já havia feito duras críticas à aprovação da PEC 241.




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