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Comissão de Direitos Humanos celebra o Dia Internacional da Democracia

Por Lívia Laudares

No dia 15 de setembro é comemorado em todo o mundo o Dia Internacional da Democracia. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de promover a democratização, o desenvolvimento e o respeito pelos direitos humanos e as liberdades fundamentais. Para lembrar a data o deputado Rogério Correia (PT) requereu uma audiência pela da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Uma das convidadas foi a subsecretária de Participação Social da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania, Ana Penido que destacou a importância da democracia. “O processo da participação política e da democracia serve para empoderar as pessoas e mostrar que elas podem sim levantar a cabeça, dar a sua opinião, falar o que elas acreditam, e a partir desse processo de discussão, de diálogo, ir construindo possíveis consensos”.

Outro convidado da reunião foi pastor e membro da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, de São Paulo (SP) Ariovaldo Ramos, ele disse que “nunca se falou tanto de Deus e nunca o nome de Deus foi tão conspurcado”. O pastor ainda destacou a importância da democracia. “A vontade de Deus passa pelo povo, a voz de Deus passa pelos necessitados, a voz de Deus passa pelos despossuídos, a voz de Deus passa pelos que gritam pelo direito”. 

Betinho Duarte, ex-presidente do Comitê Brasileiro pela Anistia – Seção Minas Gerais, lançou, durante a audiência, o livro digital Resistência e Direitos Humanos, que reúne milhares de fotos, documentos e notícias sobre eventos como o XXVIII Congresso da UNE, realizado há 50 anos, em Belo Horizonte. Para marcar o Dia Internacional dos Desaparecidos Políticas e o Dia Internacional da Democracia, o militante lembrou dos 25 mineiros que estão desaparecidos desde a ditadura, além dos conflitos políticos de países latino-americanos como o Chile. Ao evocar os 37 anos da Anistia, Betinho destacou o papel das mulheres. “A anistia começou com as mulheres, as mulheres começaram a procurar seus filhos nas delegacias, nas cadeias. As namoradas, as irmãs, começaram a encontrar e discutir soluções”.

Sobre a representatividade das mulheres na política, a ex-secretária Especial de Políticas para as Mulheres no governo Dilma Rousseff, Eleonora Menicucci de Oliveira aproveitou a ocasião para destacar que temos um congresso “retrógrado, fundamentalista e atrasado” e que “as duas únicas pautas de gênero que conseguimos passar foi a PEC das trabalhadoras domésticas e o feminicídio, nós não conseguimos passar nenhuma pauta mais no âmbito nem das mulheres, nem LGBT, nem da população negra”.


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