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Opinião

 
 

Tucanos sujam a Caixa d'água do Brasil


Às recentes delações premiadas de investigados na Operação Lava Jato, que citam o senador Aécio Neves (PSDB) como beneficiário de propinas, somaram-se três escândalos envolvendo a água como mote em ações suspeitas dos tucanos mineiros.

Hidroex

Já amplamente conhecido, do qual sobressaem – a cada dia - mais detalhes picantes, o escândalo do Hidroex, que levou para a cadeia o ex-presidente da seção estadual do PSDB, Nárcio Rodrigues ainda promete surpresas. Sediada em Frutal, Triângulo mineiro, e denominada Cidade das Águas esconde negociatas que envolvem empresas e operadores internacionais em lavagem de dinheiro, sonegação e propina para o partido do ex-governador e atual senador tucano Antônio Anastasia. O pretexto para o estranho projeto era a necessidade de se desenvolver e disseminar boas práticas ambientais em face da crise hídrica mundial. São R$ 230 milhões que foram pelo ralo do desperdício na tal Fundação Hidroex.

ETE Ibirité

O segundo escândalo é a recém divulgada denúncia de que foi feita uma Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) no município de Ibirité (Região Metropolitana de Belo Horizonte), superdimensionada para as demandas da localidade e que foi orçada inicialmente em R$ 122 milhões, mas, cujos gastos efetivos chegaram a R$ 180 milhões. Além dessa capacidade de tratamento desproporcional para as demandas da cidade, a ETE não conta com uma rede coletora que justique sua construção. O governo atual terá que desembolsar mais R$ 50 milhões para que seu uso se justifique. A cidade tem como principal liderança o ex-deputado estadual Dinis Pinheiro (PSDB), que foi presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e integrou – como vice - a chapa tucana derrotada na eleição de 2014. A construtura que venceu a licitação foi a Camargo Corrêa, em certame licitatório visto como suspeito pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

Barragem da Samarco

O terceiro evento que sujou – literalmente – águas de rios, lagos e represas foi o do rompimento da barragem da Samarco, em Mariana. A calha principal da Bacia do Rio Doce foi totalmente comprometida. E as impressões digitais tucanas nessa tragédia, que ganhou fama internacional, são encontradas nos licenciamentos de 2007 e 2013, além da ausência de fiscalização em todo o período de funcionamento da barragem. A negligência frente a tudo isso não pode ser creditada somente à incompetência de gestão. Os prejuízos sócio-econômicos imediatos dessa tragédia foram calculados em cerca de R$ 1,2 bilhão. E as ações para a reversão de seu impacto ambiental são estimadas em R$ 20 bilhões.

Nos três eventos poluidores, em diferentes escalas, estão presentes indícios de desvios para Caixa 2, sonegação, lavagem de dinheiro e propinas para agentes públicos. Perdem as águas de Minas Gerais e transbordam fortes esquemas de corrupção, que envolvem diretamente os tucanos mineiros. A “Caixa d'água” do país padece de mais essa herança maldita, legado do PSDB.




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