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Deputados condicionam retomada das atividades da Samarco à garantia de segurança

Núcleo de Comunicação Minas Melhor

- Foto: Ricardo Barbosa/ALMG


Os deputados Thiago Cota e Celise Laviola, ambos do PMDB, defenderam a retomada das atividades da mineradora Samarco em Mariana como solução de garantia de emprego para mais de 3 mil trabalhadores diretos, durante reunião da Comissão de Barragens, na quinta-feira (23/06), que contou com a participação de representantes de funcionários da empresa. Para Thiago Cota, é preciso desburocratizar o debate em torno da retomada das atividades para que milhares de famílias não sofram com o desemprego. “Sou a favor da retomada das atividades até para que a empresa possa cumprir com suas obrigações de recuperação social e ambiental”, disse.

No entanto, Thiago Cota ponderou que a atividade minerária deve ser repensada no estado, para que garanta segurança. “Esse é um trabalho que caba ao Parlamento Mineiro. Precisamos pensar numa nova legislação para a mineração, pois ela é inerente ao estado e deve ser feita com rigor na segurança. Pensávamos que este modelo era seguro e ocorreu o que ocorreu. Por isso, temos que tirar os entraves e repensar o modelo. Mas segurança é primordial”, ressaltou.

A deputada Celise Laviola defendeu a reutilização dos rejeitos para que não se acumulem no meio ambiente e disse que é preciso pensar em uma nova tecnologia a ser aplicada de forma gradativa até que o modelo de mineração seja modificado.

A deputada Marília Campos (PT) se posicionou a favor de uma nova legislação e criticou o Plano de Demissão Voluntária (PDV) anunciado pela Samarco. “Nós temos na região trabalhadores que estão há 20 anos na mineração e só sabem trabalhar nesse setor. É uma tradição para essas famílias que moram na região de Mariana. Acabar com a mineração simplesmente não é a saída”, ponderou.


PDV pode desligar até 1.200

Segundo a Samarco, o Plano de Demissão Voluntária (PDV) anunciado tem como objetivo desligar 1.200 funcionários do quadro direto, que hoje possui pouco mais de 3.000 trabalhadores. A decisão foi acordada com os sindicatos.

Para a representante dos funcionários da empresa, a Samarco pode prejudicar até 30 mil famílias, se consideradas as atividades indiretas realizadas por empresas terceirizadas.

Com a atividade de mineração suspensa desde o rompimento da barragem do Fundão, a Samarco alega não ter condições financeiras de manter os empregados.


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