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Grupos de trabalho elegem propostas para o Plano Nacional de Educação


As votações aconteceram em oito grupos de trabalho

Núcleo de Comunicação Minas Melhor

Foto: Décio Junior


A votação de mais de 800 propostas apresentadas pelo governo e pela sociedade civil marcou o segundo dia de discussão do Plano Estadual de Educação que está sendo realizado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Divididos em oito grupos, os debates abordaram o acesso e a universalização da educação, inclusão educacional pautada na diversidade e equidade, a qualidade da educação básica, a educação profissional e superior, a formação e valorização dos profissionais, a gestão democrática e a articulação entre os sistemas de educação e financiamento.

Para o coordenador do Fórum, deputado Paulo Lamac (Rede), são temas fundamentais que terão que superar a dimensão e a diversidade regional e social de Minas Gerais. “O acesso é importante, mas a permanência na escola, principalmente das pessoas mais pobres é o grande desafio”, afirmou.

Na avaliação da superintendente de Modalidades Especias de Ensino da Secretaria de Estado da Educação, Iara Viana, para superar esse desafio é preciso que o Plano Estadual de Educação contemple propostas pedagógicas diferenciadas. “Nós temos que considerar essa diversidade em Minas Gerais e garantir os direitos à educação dos povos indígenas, quilombolas, LGBT e das pessoas privadas de suas liberdades sociais”, ressaltou.

A educação no campo foi um dos temas debatidos pelos participantes que criticaram o fechamento de escolas rurais no estado. O deputado André Quintão (PT), que reforçou a diferença pedagógica entre as escolas do campo e da cidade, defendeu o fortalecimento do ensino. “Espero que as diretrizes tiradas aqui signifiquem uma educação mais plural, pois Minas Gerais é um estado diverso com diferenças enormes e é preciso que a escola dê conta dessa diversidade”, disse.

Já o deputado Geraldo Pimenta (PCdoB) lembrou que para atender essas diferenças é preciso que o estado pense em políticas públicas direcionadas para a formação profissional continuada dos educadores. “Estamos em busca de soluções para uma educação com melhoria no ensino pedagógico mas que também valorize os profissionais e as instituições”, disse.

A deputada Marília Campos (PT) defendeu a diversidade e o fim da intolerância frente às diferenças. “Precisamos de um plano plural, que atenda aos anseios da sociedade e que considere, a educação, a base de tudo. Sobretudo, precisamos de um plano que não reflita os preconceitos da sociedade. Os arroubos de conservadorismo precisam ser combatidos”, disse.

Na sexta-feira (17/06) todas as propostas definidas pelos oito grupos serão votadas pelos participantes. As que forem acatadas serão incorporadas ao Plano Estadual de Educação que deverá tramitar na Assembleia Legislativa por meio do Projeto de Lei 2.882/15. 


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