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Representantes de movimentos culturais definem versão final do Plano Estadual de Cultura


O secretário de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, deputado Bosco (PTdoB), Pai Geraldo e deputado Wander Borges (PSB) comemoram a finalização do Plano

Núcleo de Comunicação Minas Melhor

Foto: Sarah Torres/ALMG


“Uma vitória da democracia e do povo mineiro”. Foi assim que o deputado Bosco (PTdoB), presidente da Comissão de Cultura da Assembleia de Minas Gerais, encerrou o último dos fóruns técnicos que debateram durante quase um ano, por 12 regiões do estado, o Plano Estadual de Cultura. “Foi um processo que permitiu a interiorização dos debates e a participação daqueles que desenvolvem cultura nas regiões mais remotas de Minas. Hoje o nosso estado tem um Plano de Cultura consolidado, construído de forma participativa e que nos próximos dez anos vai nortear as políticas públicas para o setor, atendendo principalmente aos movimentos culturais das chamadas minorias, que são os indígenas, os negros, os quilombolas, as pessoas das Folias de Reis e todos àqueles que por muitas vezes não tiveram acesso a essas políticas públicas”, comemorou.

Segundo o Secretário de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, a finalização do documento final que recebeu 140 propostas de movimentos culturais de várias regiões é um momento único para Minas Gerais, por ter sido feita com a participação de todos os setores da cultura mineira. “Cultura é qualidade de vida, é possibilidade de crescimento econômico, é identidade, é dimensão espiritual e enriquecimento material. Por isso precisamos tanto de um plano, pois se defendemos a valorização da cultura não podemos fazer isso sem planejamento”, destacou.

Para o representante da Cultura Negra de Uberlândia, Gilmar Batista, o Plano vai encurtar a distância de Belo Horizonte com os municípios do interior, quando se tratar de política pública de cultura. “Pela primeira vez tivemos a oportunidade de mostrar nossas propostas, nossos anseios e conseguimos aprovar a maioria daquilo que foi discutido nas 12 regiões do estado. Conseguimos montar um projeto que vai contemplar não só uma região, mas uma proposta igualitária para toda a nossa cultura”, disse.

Gilmar ressaltou ainda que a sociedade deverá ficar vigilante quanto à aprovação do Plano na Assembleia Legislativa e principalmente quanto ao seu desenvolvimento. “Não adianta ser universal se não cantar à aldeia. Por isso saímos da nossa região para vir aqui aprovar aquilo que o nosso povo pede”, ressaltou.

O músico Makely Ka também defendeu a vigilância para que o Plano Estadual de Cultura seja aprovado e executado. “A aprovação é uma atitude simbólica, agora precisamos cobrar para que as metas sejam cumpridas e para que os recursos sejam distribuídos. Acho que nos próximos dez anos vamos rever esse Plano algumas vezes, mas é fundamental a participação da sociedade civil num processo que deve ser constante”, disse.


O novo Plano Estadual de Cultura deve começar a tramitar na Assembleia Legislativa nas próximas semanas, por meio do Projeto de Lei 2.805/15, que será agora apreciado e votado pelas comissões e pelo plenário do Parlamento mineiro.


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