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Etapa final do Fórum de Cultura debate acesso e financiamento


Deputado Bosco, ao centro, fala na abertura dos trabalhos

Núcleo de Comunicação Minas Melhor

Foto: Clarissa Barçante/ALMG


Os debates sobre o acesso às políticas públicas de Cultura e o fomento de projetos que atendam à diversidade cultural do estado estiveram na pauta do primeiro dia da etapa final do Fórum Técnico de Cultura, que discutiu por três dias as diretrizes do Plano Estadual de Cultura. Segundo o presidente da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa, deputado Bosco (PTdoB), membro do Bloco Minas Melhor, trata-se de dois desafios que deverão ser sanados pelo novo Plano. “O acesso, de certa forma, sempre existiu, porém na prática acaba não atendendo a todos os projetos. O que queremos a partir de agora, depois de debatermos a estruturação deste Plano Estadual de Cultura com milhares de pessoas nos 12 Fóruns Técnicos realizados em diferentes regiões do estado, é que os municípios mais distantes, que enfrentam essa dificuldade, possam ter acesso às políticas públicas e ao financiamento”, disse. No entanto, o parlamentar cobrou a constituição de Conselhos Municipais de Cultura, para que haja um maior diálogo das cidades com o estado.

O Secretário de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, destacou que o novo Plano, que será o norteador das ações para o setor nos os próximos dez anos, terá uma gestão feita por um sistema que consiste na participação do Conselho Estadual de Cultura, que reúne representantes de toda a sociedade e do Fundo Estadual de Cultura, que deverá ser revitalizado. “O governador Fernando Pimentel deverá enviar para a Assembleia Legislativa um novo Projeto de Lei para que o Fundo seja realmente um agente do fomento para a grande demanda que existe. Esperamos também a inserção de Minas Gerais no Fundo Nacional de Cultura, que ainda não foi desmantelado, para que o estado possa obter recursos da União e, dessa forma, financiar os municípios”, ressaltou.

O pesquisador do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura da Universidade Federal da Bahia, Antônio Rubim, afirmou que, além das questões econômicas de financiamento e desenvolvimento, o Plano Estadual de Cultura deve estar pronto para atender uma cultura mais ampla. “Cultura é progresso, pois permite desenvolver as pessoas. Uma sociedade que não permite que o cidadão tenha essa evolução individual não pode ser considerada desenvolvida”, destacou.


As discussões sobre o Plano Estadual de Cultura continuaram na quinta e na sexta-feira, dias 9 e 10.


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