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Comissão de Direitos Humanos vai acompanhar apuração de assassinato de estudante em Contagem


O líder do governo, deputado Durval Ângelo, disse que a Comissão de Direitos Humanos vai acompanhar a apuração do assassinato do estudante

Por Ilson Lima

O líder de governo, deputado Durval Ângelo (PT), garantiu na segunda-feira (11/04) aos familiares e amigos do estudande de Direito Cristiano Nascimento Guimarães, de 22 anos, assassinado por espancamento no interior da boate Havana, no bairro Novo Eldorado, em Contagem, que a Comissão de Direitos Humanos vai acompanhar a apuração do caso. O crime ocorreu às 4h30min da sexta-feira (08/04), conforme boletim da Polícia Militar, após um desentendimento entre Cristiano e três homens.

Conforme apurações preliminares, os envolvidos são os policiais militares Jonathas Elvis do Carmo, de 27 anos, e Jonas Moreira Matias, de 28 anos, autuados em flagrante e presos preventivamente em uma das unidades da corporação, e uma terceira pessoa que seria da Polícia Civil. O comandante do Policiamento Especializado da PM, coronel Robson José de Queiroz, adiantou que Jonathas e Jonas não estavam em serviço como policiais.

O comandante explicou que a apuração do crime pela Polícia Civil não exime os militares de outras punições na PM. “A nossa Corregedoria vai analisar as provas colhidas pela Polícia Civil e, em seguida, aplicará as penalidades administrativas que couberem no caso, inclusive de exoneração dos policiais”, garantiu

O terceiro policial que participou do espancamento seria um investigador da Polícia Civil, identificado por Célio. O delegado que preside o inquérito policial, Alexandre Oliveira, já ouviu os dois policiais que estão presos e aguarda a presença do terceiro para ouvi-lo nos autos.

Durval Ângelo repudiou a agressão sofrida por Cristiano e lamentou sua morte. Para ele, “foi um crime bárbaro, com o qual as duas corporações não compactuam”, frisou. O parlamentar garantiu aos pais, irmãos e amigos da vítima que o caso será acompanhado pela Comissão de Direitos Humanos para a devida punição dos responsáveis. “Não podemos deixar que um crime covarde como esse fique impune em nossa sociedade, por isso os envolvidos têm que ser presos e expulsos das corporações a que pertecem”, ressaltou.

Além da solidariedade à família da vítima, Durval Ângelo disse que mobilização dos parentes e amigos é a garantia de que a justiça pode ser feita. “Nós somos a voz do Cristiano aqui na Assembleia, e seremos em todos os casos como esse, em que os cidadãos sejam vítimas do abuso e da arbitrariedade das polícias”, comentou.

O vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos observou que as duas corporações não foram omissas diante do fato, cumprindo com o que lhes competem, “A PM cumpre o seu papel, dando treinamento e cursos para que os policiais ajam dentro da lei, e se isso às vezes não acontece na prática de alguns de seus membros, não é porque a corporação é omissa, o mesmo posso dizer da Poícia Civil, que agiu prontamente no caso e já instaurou o inquérito policial, que apontará as causas e responsabilidades no crime”, frisou.

Irmão de Cristinano, Fabiano Guimarães, ponderou que a juda do líder do governo e da Comissão de Direitos Humanos sera fundamental na apuração do assassinato. “Ficamos chocados com a morte do Cristiano, e não tenho palavras para descrever o que aconteceu, foi uma covardia”, lastimou.



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