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AGORA A CODEMIG SERVE AO DESENVOLVIMENTO DE MINAS

A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Codemig, depois de 12 anos começa a se voltar para seus objetivos estratégicos: fomentar a infraestrutura do estado, investir em distritos industriais, na atração de empresas para o beneficiamento de parte do minério que é daqui retirado, produzir e apoiar eventos que promovam as vocações mineiras para o desenvolvimento, assim como a modernização do parque produtivo regional.

O novo desenho para as ações da empresa implica a permanente articulação com a Cemig e com o BDMG, a partir da coordenação da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão do governo Fernando Pimentel. Trata-se de uma ruptura com a inércia anterior.

Durante os três governos tucanos, de 2003 a 2014, a principal realização da Codemig foi bancar a construção do paquiderme chamado Cidade Administrativa, que centralizou secretarias, órgãos e empresas do Poder Executivo mineiro. Na gestão de Oswaldo Borges da Costa é que foram desviados cerca de R$ 1 bilhão para a construção da dita Cidade. Desviados de finalidade, diga-se de passagem, pois a obra nem mesmo se enquadrava nos quesitos definidos como fins estratégicos da empresa.

A título de exemplo dessa mudança temos o investimento nas instalações industriais para a produção de imãs a partir do mineral denominado “terras-raras”. Usado, conforme comunicado da Codemig, em aerogeradores, motores elétricos, elevadores, carros hídricos e elétricos, esse mínério existe em abundância como rejeito da exploração do Nióbio. E que nunca, nesses 40 anos de atividade mineradora na região de Araxá, foram objeto de interesse de nenhum governo.

O deputado estadual Professor Neivaldo (PT), das regiões do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, festeja esse novo momento da Codemig: “O projeto é mais uma confirmação do interesse do governo em reestruturar a administração pública por meio do desenvolvimento da eficiência administrativa do Estado. Em governos anteriores, a agência sentiu o impacto da perda de autonomia, e é papel do novo governo a restabelecer, para que os recursos sejam aplicados de forma a expandir o desenvolvimento econômico de Minas Geraais.”

Em especial, ele aponta a importância da instalação de uma planta de fabricação de imãs de terras-raras que, mesmo não sendo na região, trará impactos ambientais positivos para o entorno da produção da CBMM. “A implantação do projeto da fábrica de 'ímãs de terras-raras', que usará rejeitos do refinamento de nióbio em sua produção, será de grande importância para a diminuição do impacto ambiental gerado pela atividade mineradora em Araxá e região, assinalou,informando que pretende debater na ALMG a gama de possibilidades de benefícios que o projeto pode oferecer para a região.

O presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Marco Aurélio Crocco, ressaltou que a articulação inédita entre a Cemig, o banco estadual de fomento e a Codemig visa recuperar terreno pertido pelo estado, por exemplo, para Goiás e Espírito Santo, em termos de atração de empresas. Ao invés da disputa predatória baseada apenas na guerra fiscal trata-se de “apresentar outras vantagens competitivas” na busca de empresas para se instalarem em Minas Gerais.


Eis a nova Codemig. Agora uma instituição de Estado e não apenas de governo.


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