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Governo de Minas prevê investimento de R$ 82 milhões no enfrentamento à Dengue


Combate ao mosquito exige esforço de todos

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Foto: Divulgação

Em audiência pública da Comissão de Saúde realizada na quarta-feira (02/02), o superintendente de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador, Rodrigo Said, que representou o secretário de Estado da Saúde, Fausto Pereira, disse que o estado de Minas Gerais tem desenvolvido ações conjuntas com o Ministério e com as Regionais de Saúde em diferentes eixos de atuação, no combate ao Aedes aegypit, o mosquito transmissor da Dengue, Febre Chikungunya e Zika Vírus. “Temos o eixo de mobilização e combate ao vetor e o de atendimento às pessoas, onde temos desenvolvidas várias atividades em diversos segmentos, para tentar minimizar o impacto da epidemia e diminuir a incidências dessas doenças e ocorrências de óbitos”, explicou.

De acordo com a assessoria da secretaria de Estado de Saúde, o Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG) prevê para 2016 um investimento de cerca de R$ 82 milhões, sendo quase 60 milhões no combate ao Aedes aegypt e cerca de R$ 22 milhões para as ações de emergência em Saúde Pública. Além disso, o governo conta com os repasses do Ministério de Saúde. “No ano passado publicamos duas resoluções com incentivo financeiro para que os municípios realizassem ações de prevenção, controle e atenção aos doentes. Além disso o estado tem ajudado com implantação de unidades de tratamento pacientes com dengue, distribuição de medicamentos e com custeio de mobilização social”, disse Said.

O subsecretário explicou ainda que Minas Gerais tem trabalhado por meio do Comitê de Enfrentamento à Dengue, Chikungunya e Zika Vírus, coordenado pelo vice-governador Antônio Andrade, que só no ano passado investiu R$ 66 milhões no combate ao mosquito.

O deputado Dr Jean Freire (PT) lembrou que além dos investimentos dos governos federal, estadual e municipal é preciso que cada cidadão assuma a sua responsabilidade no combate ao mosquito transmissor. “A Secretaria (de Estado da Saúde) vem fazendo um trabalho muito bem feito. Mas cada um de nós tem que atacar o mosquito e acabar com os focos. Não cabe procurar culpados, cada um tem que fazer a sua parte”, alertou.

Microcefalia

Dos 69 casos notificados entre 20015 e 2016, 43 já foram descartados e apenas 1 foi positivamente constatado.

A demora na obtenção dos resultados dos exames ainda é um problema a ser enfrentado já que, de acordo com a subsecretária de Vigilância e Proteção à Saúde, Celeste Rodrigues, o procedimento ainda não é muito ágil. “Para identificação do Zika realizamos um teste de biologia molecular mais complexo, por isso é mais demorado. Mas esse teste tem sido feito pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED)”, disse.


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