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Por mais mulheres e direitos na política


Reprodução internet

Por Lorena Campos


Na quinta-feira (25/02), foi realizada na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG), reunião da Comissão Especial da PEC 16. Durante o encontro foi aprovada em turno único a proposta que garante a presença de pelo menos uma mulher na Mesa Diretora do parlamento mineiro. Relatada pelo deputado Fábio Cherem (PSD), a  Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi encabeçada pela bancada de mulheres da casa, formada pelas deputadas do Bloco Minas Melhor, Celise Laviola (PMDB); Cristina Correa (PT); Geisa Teixeira (PT); Marília Campos (PT); Rosângela Reis (PROS), e pelas parlamentares Arlete Magalhães (PTN) e Ione Pinheiro (DEM).

A intenção é garantir maior participação das mulheres nas decisões políticas bem como a representatividade feminina necessária para assegurar que os direitos das mulheres sejam respeitados.  Para Marília Campos, a bancada feminina tem como objetivo assegurar que mais mulheres sejam representadas nos executivos e legislativos federais, estaduais e municipais. “As mulheres - maioria da população brasileira – reivindicam não apenas escolher os representantes políticos, mas também serem escolhidas para os cargos políticos.”

Atualmente, a mesa diretora é composta por sete cargos - um presidente, três vice-presidentes e três secretários, todos os parlamentares do sexo masculino. A expectativa é garantir maior participação das mulheres nas decisões políticas e a representatividade feminina necessária para assegurar que os direitos das mulheres sejam respeitados.  

Sub-representação

O número de parlamentares do sexo feminino também ganhou destaque durante o debate e foi apontado pela deputada Marília Campos (PT) como o principal motivo da sub-representação na mesa diretora da Casa. Do total de 77 deputados, apenas sete são mulheres. “Além de trabalharmos para que mais mulheres se candidatem e sejam reeleitas, é preciso estimular a filiação das mulheres aos partidos. Os partidos precisam organizar, mobilizar e dar estrutura necessária para que as mulheres se candidatem” enfatiza Marília.

A alteração regimental deverá ser votada no Plenário da Assembleia na próxima semana. A bancada das mulheres conta com o apoio do presidente da Casa, Adalclever Lopes (PMDB).

Violência contra a mulher será discutida no legislativo mineiro

Para reforçar o sentido da data em que é comemorado o Dia Internacional das Mulheres, no mês de março, a Assembleia Legislativa realiza, nos dias 2 e 3, o Ciclo de Debates Dia Internacional da Mulher - Mulheres contra a Violência: Autonomia, Reconhecimento e Participação.

Diante do cenário atual de machismo, exclusão, preconceito e violência das mulheres, a expectativa é de que sejam discutidas as diversas situações de violência que as mulheres enfrentam no dia a dia, com foco em questões relativas à raça, à orientação sexual, à faixa etária, à situação de privação de liberdade, das mulheres deficientes, do campo e da floresta, quilombolas e profissionais do sexo.

O evento contará com a presença de especialistas, parlamentares e sociedade civil. Os interessados em participar podem se inscrever no site da ALMG, pelo endereço migre.me/t5hQt, até a próxima quarta-feira, 2 de março.

 


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