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Governo se reúne com trabalhadores da Cemig em greve


Trabalhadores reunidos na Assembleia de Minas

Núcleo de comunicação Minas Melhor

Foto: Ricardo Barbosa/ALMG

Em greve há 15 dias, e sob a mediação dos deputados do Bloco Minas Melhor, os trabalhadores da Cemig se reúnem na quinta-feira (10/12) à tarde com o secretário de Governo, Odair Cunha, e com o presidente da estatal, Mauro Borges. A reunião foi confirmada durante a reunião ordinária da Comissão de Direitos Humanos realizada na quarta-feira (09/12) no Hall das Bandeiras da Assembleia Legislativa (ALMG).

A pedido dos representantes de cinco entidades sindicais, incluindo o Sindicato dos Eletricitários do Estado de Minas Gerais (Sindieletro-MG), a iniciativa foi um esforço dos deputados petistas Cristiano Silveira, Rogério Correia e Marília Campos, para restabelecer as negociações entre o Executivo e a categoria, suspensas após impasse no debate sobre a pauta de reivindicações.

Para o deputado Cristiano Silveira (PT), presidente da Comissão, o papel dele e de seus colegas, após ouvir os eletricitários, é o de ser o facilitador no diálogo entre as partes, “para que as negociações avancem e os dois lados cheguem a um acordo que possa ser viabilizado”, ponderou. Ele disse acreditar que o governo melhore suas propostas, que foram rejeitadas totalmente pelas entidades dos trabalhadores.

As reivindicações dos trabalhadores incluem a distribuição de lucros da empresa; o fim da precarização e da terceirização; a adoção de novas políticas de saúde e segurança, e, ainda, a valorização profissional. O coordenador-geral do Sindeletro, Jefferson Leandro Teixeira da Silva, disse que a greve é fruto de exaustivas tentativas que a categoria tem feito desde fevereiro para negociar com a empresa, tendo tido, na época, a intermediação dos deputados Rogério Correia (PT) e Marília Campos (PT).

Na ocasião, lembrou o sindicalista, o presidente da Cemig, Mauro Borges, garantiu, diante dos dois parlamentares petistas, que iria pôr fim à terceirização na estatal. A presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) ressaltou a importância da Comissão de Direitos Humanos como um instrumento sempre à disposição das categorias e em não colocar empecilhos como intermediadora entre as partes em conflitos trabalhistas.

Autor do requerimento para a reunião, o deputado Rogério Coreia disse que tem acompanhado a pauta de reivindicações da categoria e lembrou que questões como a primarização do serviço, em contraponto ao modelo de terceirização, e a distribuição equitativa de lucros, sem privilégio de cargos, são alguns dos pontos que compõem uma pauta antiga e justa da categoria.

“Essa pauta foi um compromisso feito pelo governador e a expectativa dos trabalhadores é que o governo cumpra e comece uma nova gestão com a Cemig, com diálogo aberto, além do atendimento das reivindicações”, disse. Ao reconhecer que as negociações entre a empresa e os trabalhadores não têm caminhado, ele defendeu que é preciso dar um sinal claro de que a Cemig vai, de fato, mudar.

A deputada Marília Campos salientou que esteve na Cemig em março deste ano, quando o novo presidente, Mauro Borges, fez uma série de promessas, entre elas a de estabelecer um calendário para colocar fim à prática da terceirização na companhia. "Esta greve tem legitimidade porque vem cobrar compromissos assumidos. Os deputados que aqui estão têm se empenhado em intermediar as negociações e cobrar da direção da empresa, e do Governo do Estado, que cumpram esses compromissos”, declarou a parlamentar.




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