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Opinião

 
 

Impeachment ( Sávio Bones)

Por Sávio Bones

O centro é garantir o Mandato: unir o País para barrar o Impeachment

Passado um ano da derrota eleitoral das forças conservadoras; o quadro político nacional é desfavorável para o campo democrático e popular.
Inconformados com o significado das urnas; imediatamente após o resultado eleitoral, os segmentos mais reacionários da sociedade assumiram a meta de interromper o mandato presidencial.
Instrumentalizando as instituições do Estado, as manifestações internas da crise mundial e os erros cometidos pelo Governo; a direita vem acumulando forças desde então.
Inicialmente articulados pelo bloco Demo-tucano, os reacionários tem como meta assumir o comando do Poder Executivo e, a partir dele, realizar seus inconfessáveis propósitos antidemocráticos, antinacionais e antipopulares.
Os diversos ataques e movimentos realizados nos últimos tempos desaguaram recentemente na mais potente ação desferida contra o Governo. Agora, capitaneada pelo desqualificado e chantagista Eduardo Cunha, a direita ampliou seus espaços e conseguiu a aceitação do pedido de impeachment da Presidente na Câmara Federal.
O grave significado da abertura do processo e a possibilidade real do impedimento exigem por parte dos partidos, forças, entidades, movimentos, dirigentes e personalidades democráticas, amplitude, desprendimento e sentido tático.
O primeiro passo é deixar bem claro que a interrupção do Mandato da Presidente Dilma não é uma alternativa para o povo. Ao contrário, o ponto de partida de qualquer política avançada e progressista é o respeito ao processo eleitoral.
Como a ofensiva aberta da direita e sua possibilidade de vitória, o momento não é o de julgamento do Governo e suas políticas, mas de interromper o retrocesso que se anuncia.
Por mais críticas que se tenha ao Governo em suas diversas áreas e à Presidente e por mais urgentes que sejam as mudanças na política econômica e nas alianças feitas até aqui; tais aspectos devem estar subordinados ao propósito maior de impedir a troca presidencial no Palácio do Planalto.
Sendo assim, todas as iniciativas tem que ter como alvo barrar o impeachment. Em torno deste objetivo central devem estar articuladas todas as demais ações, tanto no parlamento como nas ruas.
Qualquer outra bandeira ou movimento que embase uma luta cristalina contra a interrupção do Mandato da presidente trará graves consequências na disputa no interior da sociedade, na construção da unidade e na mobilização popular.
A tarefa maior de todos deve ser unir a população em torno de uma frente ampla contra o impeachment que reúna os segmentos democráticos, para além das classes sociais, ideologias, posições políticas, filiações partidárias, convicções religiosas e opiniões sobre o atual governo, com vistas a derrotar o impedimento e barrar o avanço das forças de direita.
As batalhas que se avizinham não dizem respeito apenas à conjuntura, ao partido da presidente e seus aliados ou a eleições futuras. Nelas está embutido o novo patamar da luta de classes no próximo período, os destinos da nação e interesses do povo brasileiro.
O grito é um só: Impeachment não!

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