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Minas terá voos regionais cruzando o estado a partir de janeiro


O plano de negócios da empresa aérea Flyways Linhas Aéreas para implanta os voos regionais em Minas impressionou até mesmo os deputados da oposição

Por Ilson Lima


Foto: Clarissa Barçante


Foi em vão a tentativa dos deputados oposicionistas de tirar o brilho da audiência da Comissão de Minas e Energia na manhã desta quarta-feira (02/12). Nela, o governo de Fernando Pimentel, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, anunciou um arrojado empreendimento da empresa de aviação civil Flyways Linhas Aéreas, que escolheu o Estado para começar a operar voos regionais, seu nicho estratégico de atuação.

 A partir de janeiro de 2016, a empresa inicia as novas rotas de transporte aéreo que, a princípio, alcançarão as várias regiões do Estado, Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Vale do Aço e Sul de Minas.

 A “operação de guerra” montada pela oposição, que compareceu à reunião em peso, não deu certo. O tiroteio contra os governos estadual e federal foi ignorado pelo empresário Pedro Paulo Valverde, diretor-presidente da Flyways, que fez um pronunciamento essencialmente técnico e por fim agradeceu a receptividade dos parlamentares da Casa, inclusive pelos elogios recebidos dos parlamentares aecistas.

O pessimismo da oposição não contagiou a plateia e não deu conta de suplantar o otimismo do projeto, que falou por si mesmo e mostrou que tem tudo para contribuir com o desenvolvimento econômico do Estado.

O presidente da empresa Flyways Linhas Aéreas, Pedro Paulo Valverde, anunciou que a companhia dará início aos voos regionais em Minas a partir do próximo dia 14, ainda em caráter experimental. A princípio, a empresa vai operar a partir do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, na Pampulha, em Belo Horizonte, com ligação a 12 destinos nas regiões Sul, Norte, Zona da Mata, Vales do Aço e do Rio Doce, Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro.

A empresa possui hoje duas aeronaves, mas, de acordo com Valverde, o objetivo é chegar a dez no fim de 2016, com 24 destinos, e ampliar para 30 aeronaves nos próximos três anos. Há cerca de um ano e meio a Flyways passa por processos de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e agora está apta a operar, e escolheu Minas para iniciar suas atividades no País. “Vemos na crise uma oportunidade. Estamos confiantes no mercado mineiro”, declarou Valverde, que revelou ainda a intenção da empresa de operar voos também para fora do Estado.

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Altamir Rôso, essa é uma conquista para o Estado, onde, segundo ele, há “grande dificuldade de voos regionais”. “Não há que se falar em desenvolvimento local ou de regiões sem voos regionais. A Flyways vai ocupar esse espaço”, afirmou. E avaliou que a operação da empresa vai propiciar emprego, geração de renda e transporte mais eficiente de cargas. “Há um potencial logístico muito grande. É uma conquista para toda sociedade mineira”, ressaltou.

Ele lembrou que tudo isso ocorrerá sem transtornos para a região da Pampulha, pois “não vai chegar aos 2,5 milhões de usuários por ano” que já passaram pelo terminal, nem afetará as operações do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, que hoje opera com 11 milhões de passageiros por ano.

Os deputados Hely Tarqüinio (PV), Tony Carlos (PMDB) e Cristiano Silveira (PT) saudaram o início das operações da nova empresa aérea no Estado e parabenizaram o empenho do Governo do Estado e do titular da Secretaria de Desenvolvimento para concretizar esta parceria. Cristiano Silveira rebateu “as declarações alarmistas em relação à crise”, destacando que existe um exagero sobre o assunto. Para ele, o verdadeiro empreendedor utiliza esses momentos para crescer. Ele reivindicou um voo com escala em São João del-Rei (Região Central), enquanto o deputado Hely Tarqüinio elogiou a nova rota para Patos de Minas.

Além de saudar a chegada da Flyways, o vice-presidente da comissão, deputado Bosco, também criticou posturas negativistas sobre a crise. “Crise sempre existiu, o diferencial é a forma de enfrentá-la. A crise tira o empresário de sua zona de conforto e o remete a novos desafios. O momento não é de apontar erros e sim rumos, para sairmos mais fortalecidos no futuro. A chegada desta companhia cria novas expectativas para o crescimento do Estado”, concluiu.


 


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