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Rogério Correia destaca trabalho conjunto entre Assembleia e governo na superação da crise

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor

Foto: Guilherme Dardanhan / ALMG

Após quatro mandatos na Assembleia Legislativa, o 1° Secretário da Casa e deputado federal eleito, Rogério Correia (PT), se despediu do Parlamento na quarta-feira (19/12), e ressaltou o trabalho do presidente Adalclever Lopes (MDB) na busca por soluções para os problemas enfrentados pelo estado. Rogério destacou que as dificuldades não são fruto do governo Fernando Pimentel (PT), mas sim herdadas dos doze anos de gestão do PSDB em Minas Gerais.

“Quando Pimentel começou a governar Minas Gerais, já tínhamos, no orçamento anual, uma dívida entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões. Muitos queriam que o governo estadual seguisse os ajustes de Temer, levando à desassistência dos serviços elementares à população pobre. Dizer que a culpa dos problemas atuais é culpa do governo atual é não ter responsabilidade com a verdade e, simplesmente, querer enganar o povo mineiro”, salientou. Ele destacou que os sucessivos empréstimos concedidos às gestões de Aécio Neves e Antonio Anastasia ampliaram o rombo, repassado a Pimentel em 2015.

Para Rogério, o diálogo estabelecido entre os poderes Executivo e Legislativo foi fundamental para o enfrentamento da crise. “Apesar de todas as dificuldades, tivemos uma Legislatura em que, apesar da crise econômica, a Assembleia, sob a direção do presidente Adalclever Lopes, tomou todas as medidas necessárias para que terminássemos da melhor forma possível os últimos quatro anos”, acrescentou.

Lei Kandir - Rogério fez menção, ainda à Lei Kandir, instituída em 1996, e que isenta do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) empresas que exportam produtos primários e semielaborados ou serviços.

A legislação acaba diminuindo as arrecadações estaduais e a compensação, feita pela União, precisa ser renegociada anualmente. Rogério lembrou que, com a Lei Kandir, Minas Gerais já deixou de arrecadar cerca de R$ 135 bilhões, e classificou a prática como injusta.

“Passamos a ter uma arrecadação menor que a necessidade e a produção do estado. Essa política foi injusta com Minas Gerais e deu origem a situações como o crime de Mariana. Vou para Brasília, também, para estabelecer um diálogo e revogar ou modificar a Lei Kandir, para que essas empresas passem a pagar o ICMS”, frisou, comentando sua eleição para deputado federal.



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