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Assembleia homenageia secretário de Cultura por conquistas do setor nos últimos quatro anos

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor e Assessoria ALMG

Foto: Flávia Bernardo / ALMG

O trabalho do secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo de Araújo Santos, em prol da arte em Minas Gerais, foi reconhecido pela Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa na terça-feira (11/12). O presidente do colegiado, deputado Bosco (Avante), entregou ao secretário um diploma com voto de congratulações pelas atividades desempenhadas desde 2015. A cerimônia contou, também, com a participação dos deputados Dr. Jean Freire e Marília Campos, ambos do PT.

Bosco ressaltou a efetiva participação da Secretaria de Cultura em ações promovidas pelo Parlamento Mineiro, como o Fórum Técnico Plano Estadual de Cultura, realizado em 2016 pela Casa e que culminou na Lei 22.944, de 2018, referente ao Sistema Estadual de Cultura, o Sistema de Financiamento à Cultura e a Política Estadual de Cultura Viva.

“Precisamos reconhecer o relevante desempenhado por Ângelo Oswaldo e sua equipe, que têm importante papel na consolidação das políticas públicas voltadas à cultura em Minas Gerais”, salientou, fazendo menção à longa trajetória de vida pública do secretário.

Dr. Jean Freire, por sua vez, destacou o fato de Ângelo Oswaldo ser um profundo conhecedor das manifestações culturais típicas de cada canto do estado. “Ângelo Oswaldo é conhecedor de tudo. Sempre que conversamos, ele conta histórias e fala sobre as manifestações culturais da minha região, os vales do Jequitinhonha e Mucuri”, comentou o parlamentar.

Parceria - O trabalho coletivo feito, em prol da cultura, entre o governo estadual e Assembleia, foi comemorado pelo secretário. “Graças ao empenho conjunto, conseguimos estabelecer um grande programa de estruturação e qualificação da cultura. Sem as atividades promovidas pela Assembleia, não teríamos conquistado instrumentos essenciais para a arte” em Minas Gerais.

Ainda segundo Ângelo Oswaldo, a atenção dada pelo estado às políticas culturais vai na contramão dos desmontes promovidos pelo governo federal. “Com o fim da administração da presidente Dilma Rousseff enfrentamos um desmonte que persiste na administração atual, Chegamos ao extremo: a extinção do Ministério da Cultura, que acabou sendo revertida", completou.

Projetos aprovados - Bosco aproveitou para celebrar a aprovação do Projeto de Lei (PL) 5.103/18, do ex-deputado Durval Ângelo (PT), que institui a Lei do Audiovisual, fundamental para o impulsionamento do setor no estado.

O parlamentar lembrou, ainda, da proposição, de sua autoria, que declara o Coral Lírico de Minas Gerais como patrimônio histórico e cultural do Estado. O PL 5.453/18 foi aprovado pelo Plenário na terça-feira (11/12).

Apresentações - A reunião contou com apresentação do Coral Lirico de Minas Gerais, regido por Lara Tanaka e acompanhado da pianista Patricia Valadão, além de exibição de vídeo elaborado pela Secretaria de Estado da Cultura em homenagem ao secretário, com depoimento do cantor Flávio Renegado. Além disso, foi apresentado trecho do monólogo Rio da Luna, com a atriz Magdalena Rodrigues.


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