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Marília Campos apresenta relatório final de conquistas da Comissão Extraordinária de Mulheres


Audiência pública da comissão realizada na Praça Sete, em Belo Horizonte, pelo Dia Internacional da Mulher, em 2018

Núcleo de Comunicação - Bloco Minas Melhor

Foto: Clarissa Barçante / ALMG

A Comissão Extraordinária das Mulheres da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG, encerrou seus trabalhos na quarta-feira (17/10) e aprovou o relatório final que sua presidenta, a deputada Marília Campos (PT), apresentou aos presentes. A parlamentar destacou a importância do espaço de discussões e resoluções conquistado desde julho de 2017, quando foi reinstalada, e considerou a criação da nova Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher uma importante conquista para a causa.  Marília também destacou a ampliação da presença feminina na Casa, de seis para dez deputadas, como resultado das lutas de mulheres que querem se ver representadas nas instâncias de poder. 

“Eu não me considerava uma liderança feminista, mas o trabalho aqui realizado me transformou. Foram mais de 30 reuniões, visitas e audiência públicas realizadas para discutir e minimizar as injustiças sociais que ainda prejudicam as mulheres brasileiras. Além de sermos a maioria da população, somos a mais importante força social do País, pois somos brancas, negras, lésbicas, trans e estamos juntas por mais igualdade em todas as classes sociais”, avaliou Marilia.

O deputado Cristiano Silveira (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos parabenizou as realizações da comissão e lembrou a importância do espaço de discussões dos temas femininos na Assembleia. “Acredito que a constituição desta comissão um ganho, pois a maioria dos espaços de poder no Brsil ainda são machistas e excludentes”, avaliou

A deputada Celise Laviola (MDB) elogiou os trabalhos de Marília Campos na presidência da comissão e lembrou que o crescimento de deputadas na Casa é apenas o começo das novas lutas que aguardam as mulheres na política no próximo ano. “Marilia Campos é a imagem da nossa luta nesta Casa e acredito que os trabalhos dessa comissão foram estimuladores para que outras mulheres continuar a participar da política. Nossa mas c e mas o mais importante foi assistir o crescimento de nossa participação na Assembleia, pois agora seremos adora 10 parlamentares”, declarou.

Permanente - Marília Campos considera que a criação da comissão permanente aconteceu graças a capacidade de mobilização das mulheres na sociedade atual. “Discutimos e influenciamos muitos ganhos como a revogação de portaria da Prefeitura de Belo Horizonte, que determinava o abrigamento compulsório de bebês de mães suspeitas de serem usuárias de drogas. Outra conquista foi a regulamentação da Lei Complementar 116/11, que dispõe sobre o assédio moral e sexual no âmbito da própria Assembleia”, lembra a deputada.

Histórico
- Criada, pela primeira vez em 2015, a Comissão das Mulheres tratou da necessidade de ampliar a participação feminina na política. Reinstalada em julho de 2017, foram acolhidas diversas demandas dessa parcela da população, com destaque para a realização de audiências e debates que abordaram temas como a violência doméstica e a igualdade de gênero.


Anexo: mulherleandra.jpg

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