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Mobilização dos educadores foi fundamental para ajudar a base de governo na aprovação da PEC

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor

Foto: Guilherme Bergamini / ALMG

Os deputados do Bloco Minas Melhor consideraram fundamental a participação dos profissionais de ensino na construção e tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 49), que garante o Piso Nacional da Educação, para a obtenção dos 68 votos favoráveis dos parlamentares presentes à reunião.

O vice-líder de governo, deputado Cristiano Silveira (PT), destacou a participação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE-MG) no processo. “A mobilização dos professores e do sindicato criou um ambiente favorável à aprovação da matéria”, frisou.

A deputada Marília Campos (PT) enalteceu os esforços movidos pela categoria em prol da adoção do piso nacional. “O exemplo da educação deve ser estendido a todos os segmentos do poder público, para que a remuneração de cada servidor público, seja professor, médico, deputado, juiz ou promotor, tenha transparência e justiça, sem penduricalhos nem privilégios”, comentou.

Os deputados Paulo Guedes e Dr. Jean Freire, ambos do PT, concordaram com a colega e ressaltaram o caráter histórico da matéria. “A PEC é história e enche os profissionais da educação de esperança”, declarou Dr. Jean.

Segurança - A presidente da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, deputada Celise Laviola (MDB) lembrou que a aprovação da Proposta de Emenda dá tranquilidade aos profissionais da rede estadual de ensino. “A educação precisava de uma garantia desse tipo. A PEC é de suma importância para a categoria. Os servidores da educação sentem-se valorizados com essa conquista”, afirmou.

A opinião de Celise foi corroborada pelo colega João Magalhães, também do MDB.

“A aprovação da PEC faz história e é um orgulho para o estado. A educação é o pilar da vida de qualquer ser humano. O desenvolvimento de Minas Gerais passa pelos profissionais de ensino”, frisou Celinho do Sinttrocel (PCdoB).

Para o deputado Elismar Prado (PROS), acrescentar à Constituição a obrigatoriedade de adoção do piso nacional impede os servidores de conviverem com o risco da volta de mecanismos utilizados durante os 12 anos de governo tucano em Minas Gerais, como os subsídios. “Os subsídios são retrocesso. O piso salarial é um direito básico dos trabalhadores da educação. A transformação do País não será possível sem a participação desses profissionais”, sentenciou.

“O piso salarial tem que existir independentemente de quem estiver governando. Os mandatos são passageiros, mas a história da educação mineira é permanente”, resumiu o deputado Douglas Melo (MDB).

O deputado Bosco (Avante) comemorou também a aprovação da matéria. “A PEC reforça o compromisso parlamentar de sempre defender a educação e os profissionais que dela tiram o seu sustento”, reiterou.

"A PEC elimina a necessidade do Executivo enviar projetos de reajuste à Assembleia, o que automatiza o piso e evita que a categoria tenha perdas daqui para frente", disse o diretor do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), Paulo Henrique Fonseca.

Celebração - O líder de governo e relator da PEC na Comissão Especial formada para analisar a matéria, deputado Durval Ângelo (PT), sugeriu ao presidente da Casa, deputado Adalclever Lopes (MDB), que a promulgação do texto seja feita na quinta-feira (26/07), no Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira, na área externa da Assembleia, com a participação dos trabalhadores.


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