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André Quintão une base para votação e deputados cobram presença da oposição

Décio Junior - Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto: Luis Santana

Diante da obstrução declarada da oposição, o líder do Bloco Minas Melhor, deputado André Quintão (PT), mobilizou a base de governo para votação de 12 vetos que trancam a pauta em Plenário, para que a Proposta de Emeda Constitucional (PEC) 49, assinada por 73 dos 77 deputados estaduais, possa ser imediatamente aprovada pela maioria dos parlamentares. “Nosso esforço em votar uma pauta mínima não é para atender os interesses do governo, mas sim do estado, dos servidores e dos prefeitos”, destacou.

Para André, é preciso que os deputados se empenhem na votação da PEC da Educação para que outros projetos possam também ser votados em Plenário.

O 1º Secretário da Casa, deputado Rogério Correia (PT), lembrou que de acordo com o regimento interno, cada parlamentar pode usar o tempo de uma hora para discutir cada veto, antes que a votação aconteça. Ocorrendo isso, o atraso pode ser de no mínimo 12 horas.

“Que fique clara, caso a PEC não seja votada, de quem será a responsabilidade. E faço um apelo para que os deputados da base do governo não peçam discussão, para que possamos dar andamento aos trabalhos. Quem não votar, estará obstruindo a PEC da Educação”, alertou.

Outros parlamentares da base de governo se manifestaram a favor da votação da PEC 49 e de outros projetos que entrarão na pauta após a apreciação dos vetos.

O deputado Dr. Jean Freire (PT) criticou a paralisação do parlamento por causa da obstrução que há meses vem sendo feita pela oposição e convocou os colegas para votarem os projetos. “Vamos assumir a nossa responsabilidade. Temos projetos parados aqui há meses que podem ajudar o estado a sair da crise. Por isso quero pedir a todos os colegas, inclusive da oposição: vamos votar esses projetos que estão parados aqui”, ressaltou.

Vice-líder do governo, o deputado Bosco (Avante), que foi um dos primeiros a assinar a PEC, disse estar pronto para votar favorável à proposta que beneficiará os professores. “A aprovação dessa PEC é uma garantia de direito assegurada na Constituição. Governo tem data pra entrar e data para sair, por isso temos aqui que criar política de Estado, para qualquer governo possa cumprir seus compromissos com os servidores públicos”, defendeu.

Douglas Melo (MDB) disse que o partido “está fechado com a Educação” para votar a favor da PEC e criticou os parlamentares que não querem votar. “Quem é a favor da Educação vai votar a PEC. O estado já passou por várias dificuldades e aqui já passaram vários projetos que beneficiaram outras classes. Porque não vamos votar na educação?", questionou.

Na mesma linha, Isauro Calais (MDB), cobrou da Mesa Diretora a chamada para votação. “Vamos fazer a recomposição de quórum e vamos votar. É o servidor que está aqui então, e em respeito a eles, vamos colocar os deputados em Plenário e vamos votar”, defendeu.

Léo Portela (PRB), disse que não votar a PEC dos professores “é um absurdo”. Segundo ele, os professores têm que ter seus direitos reconhecidos. “Há cinco meses a Assembleia não vota nada. Os salários dos deputados nunca foram parcelados então não podemos deixar que os salários dos professores e de outros servidores, continuem parcelados por causa de projetos não votados”, concluiu.




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