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Dilma anuncia candidatura ao Senado em reunião com Pimentel, Executiva do PT e bancadas e avisa que não é só de Minas, mas também do mundo

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor

Foto: Comunicação PT

“Sou do mundo, sou Minas Gerais”. Foi assim que a presidente Dilma Rousseff encerrou a rápida entrevista dada à imprensa mineira, logo após anunciar em reunião com a Comissão Executiva Estadual do PT, deputados federais e estaduais do partido, na companhia do governador Fernando Pimentel, candidato à reeleição.

Ao citar o trecho conhecido da música Para Lennon e McCartney, de Milton Nascimento, da década de 1970, a presidente legítima respondia às críticas do pré-candidato do Solidariedade ao Senado, Dinis Pinheiro, que havia afirmado, no mesmo dia, que Dilma não conhecia Minas. Bem humorada, a ex-presidente disse que “podem falar o que quiserem”, explicando que não saiu do estado por que quis. “Saí daqui porque eu fui perseguida pela ditadura militar. Se eu ficasse aqui, seria presa e torturada”.

Mesmo pontuando que ainda haverá um lançamento oficial da pré-candidatura, Dilma colocou um ponto final nas especulações de que poderia não concorrer. “Estou disposta a participar do processo eleitoral e estou colocando a minha candidatura ao Senado. Estamos fazendo uma consulta ao partido e às bancadas estadual e federal, com a presença do governador, para avaliar as possibilidades”, explicou.

Dilma deixou bem claro que a candidatura não é uma decisão pessoal. “Me disponho a fazer isso diante do que acontece com o presidente Lula, que visivelmente tem tido um tratamento que desrespeita os direitos constitucionais de qualquer cidadão, o da presunção de inocência”, afirmou. Para em seguida ressaltar que “existe uma completa manipulação de procedimentos éticos e de condutas com as instâncias jurídicas, que são diferentes para o presidente Lula”, que será o candidato do PT à Presidência da República.

Diante disso, segundo a pré-candidata ao senado, que sem um julgamento legítimo para Lula, todos os brasileiros correm risco. “Quando isso acontece, cada um de nós tem os seus direitos comprometidos”, denunciou.


Na visão de Dilma, as eleições são muito importantes porque podem “interromper um processo de golpe, de deterioração das condições econômicas, políticas, sociais e até civilizatórias no Brasil”. E convocou: “Nós temos que nos reencontrar. E para isso, precisamos desse processo eleitoral. Uma denúncia e ao mesmo tempo uma esperança”.


Perspectivas. Dilma frisou também o caráter da eleição em Minas, quando estarão frente a frente o projeto de governo dela, do ex-presidente Lula e do governador, Fernando Pimentel, e o dos tucanos. “Vamos, mais uma vez, defrontar dois projetos para o Brasil. O que defende o desenvolvimento, o combate à desigualdade e coloca mais de 100 mil estudantes nas melhores universidades do exterior”, disse.


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