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Durval Ângelo é indicado pelo governador para vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor

Foto: Reprodução

O líder de governo na Assembleia Legislativa de Minas Gerias (ALMG), deputado Durval Ângelo (PT), foi indicado na quinta-feira (28/6), pelo governador Fernando Pimentel (PT), para a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), aberta com a morte da conselheira Adriene Andrade.

O cargo de conselheiro do TCE é de livre nomeação do governador, que depois de escolher um nome, envia uma proposição para a ALMG que cria uma comissão especial para discutir a indicação. Esse comitê vai sabatinar o candidato a conselheiro. Em seguida, em caso de aprovação pela comissão, a decisão segue para a votação em plenário. Para que o indicado assuma o cargo no tribunal é necessário 39 votos favoráveis.

Durval Ângelo se sentiu honrado com a indicação, mas declarou que é preciso cautela até todo o processo aconteça. 

“Eu não esperava ser indicado agora, pois planejei entrar na disputa pela vaga que vai abrir no ano que vem. Só que o governador entendeu que, na conjuntura atual, e em função do meu notório saber jurídico, público e adminstrativo em 10 anos de exercícios de atividades específicas nessas áreas, que eu preenchia os requisitos necessários”, analisou.

Durval assumiu a liderança do governo de Fernando Pimentel(PT) antes mesmo dele ser empossado, em outubro de 2014, e se tornou a voz do governador na Casa. É o parlamentar quem defende as propostas e os projetos de lei enviados pelo governo e quem responde pelo Executivo. Apesar da cautela, Durval Ângelo agradeceu a Fernando Pimentel por ter sido seu escolhido para a função.

“Agradeço muito ao governador pela confiança, pela nossa vida pública, pelo trabalho que a gente tem, pela certeza que vamos enriquecer um colegiado que é fundamental para a democracia, para a fiscalização, para a transparência das contas públicas. Fazer parte deste colegiado, chego lá para aprender, como aprendiz”, comentou.

Circunstâncias - Sobre a possibilidade de deixar o Legislativo depois de mais de duas décadas, o deputado avaliou que essa é uma hipótese que está se apresentando em sua vida e que ele não pode ignorar.

"Sou professor de Filosofia e trago comigo as máximas de três importantes teóricos. Atribuída à Sócrates, 'Só sei que nada sei'. De René Descartes, 'Penso, logo existo'. E a terceira, de um filósofo espanhol que lutou contra a ditadura de Franco, o humanista José Ortega y Gasset, que eu trago como lema: 'Eu sou eu e minha cisrcunstância. Se eu não a salvo, eu não salvo a mim'. Portanto, o Tribunal está chegando como uma circunstância nova, e num sentido filosófico, uma nova realidade que eu viverei, se for o caso", analisou

Sobre as limitações da função no Tribunal de Contas no Brasil, que em outros países tem poder judiciário, Durval lembra que a instituição tem um papel julgador, de grande relevância para a sociedade. "Por isso estou aberto à essas novas circunstâncias", esclareceu.

Liderança - Durval Ângelo avalia sua eventual saída da liderança como um processo natural e vai cumprir o que for determinado por Pimentel, auxiliando na transição e acatando um nome de consenso no futuro.

"Eu terei até 30 dias para tomar posse, prorrogável por até 60 dias, e se o governador entender que minha minha presença na liderança de governo é essencial pelo mês de agosto, eu ficarei", finalizou.





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