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Durval Ângelo condena postura da oposição em relação à recuperação financeira de Minas

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor
Foto: Daniel Protzner / ALMG

O líder do governo, deputado Durval Ângelo (PT), condenou a postura da oposição em relação aos esforços do governo Fernando Pimentel (PT) para recuperar o caixa do estado. Ao falar na primeira parte da reunião ordinária de Plenário da Assembleia Legislativa, na terça-feia (26/06), ele enfatizou que é preciso ter "menos olhar partidário" e pensar nos servidores públicos, na educação e na saúde. "Antecipar a eleição de outubro e utilizar a política do ‘quanto pior, melhor’ e da ‘terra arrasada’ não é a melhor solução”, frisou o parlamentar.

Durval lembrou que aqueles que querem impedir a recuperação financeira de Minas Gerais são os responsáveis pelas intempéries herdadas pela administração de Pimentel. “A preocupante situação dos servidores é fruto de uma herança dos anos de governo do PSDB em Minas Gerais”, denunciou ele.

O parlamentar ressaltou a existência de projetos de lei na pauta da Assembleia fundamentais para a melhora das finanças do estado, como a securitização da dívida, os precatórios e a venda de ações da Codemig.

“Se votarmos a securitização da dívida, o governo do estado recebe entre R$ 2 bilhões e R$ 4 bilhões. Se a questão relacionada aos precatórios for votada, o governo vai poder investir quase R$ 1 bilhão em outras áreas do estado. A venda de 49% das ações da Codemig, por sua vez, faria entrar de R$ 3,5 bilhões a R$ 5 bilhões nos cofres do estado”, comentou, pedindo que os parlamentares se unam em prol do entendimento e da busca por soluções para Minas Gerais.

Ele aproveitou para fazer menção à suspensão da operação de crédito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), que iria proporcionar R$ 2 bilhões aos cofres estaduais. Apesar dos problemas, Durval Ângelo comemorou o pagamento de 94% dos vencimentos dos servidores em junho.

Agravante - O líder de governo ainda mencionou o golpe parlamentar de 2016, quando, após a destituição da ex-presidenta Dilma Rousseff, os problemas tomaram grandes proporções.

“Há dois anos aconteceu um golpe de estado no Brasil. Um ano antes, a presidenta eleita já sofria com cerceamentos e limitações. Toda a recessão e o quadro dramático de desemprego que vivemos hoje é fruto desse período. O golpe aconteceu por insatisfação do candidato que perdeu a eleição: Aécio Neves. O relator do golpe foi o ex-governador Antonio Anastasia”, completou, fazendo menção aos símbolos dos doze anos de governo tucano em Minas.

Problema nacional - Durval lembrou que os problemas financeiros não são exclusividade de Minas Gerais. Segundo ele, 14 estados brasileiros atrasam os salários de seus servidores. Ele citou o caso do Rio de Janeiro, que enfrenta dificuldades e só pagou a primeira das dez parcelas referentes ao 13° salário de 2016.

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