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É fato: oposição age eleitoralmente para barrar a recuperação financeira de Minas

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor

Foto: Guilherme Dardanhan / ALMG

A oposição age eleitoralmente para barrar a recuperação financeira do estado. O líder do Bloco Minas Melhor, deputado André Quintão (PT), ocupou a tribuna do Plenário, na quarta-feira (20/6), para esclarecer que “não é a base ou o governo querendo jogar a responsabilidade para a oposição pelo atraso no pagamento dos salários do funcionalismo, simplesmente”. E colocou os pontos nos is: “É um fato, uma questão objetiva: a obstrução dos projetos do governo deixam na fila outros projetos de interesse da sociedade mineira. Se eles já tivessem sido votados, o governo hoje, provavelmente, não estaria com o parcelamento dos salários da forma como está”.

Para André, a grave crise econômica estrutural e conjuntural atravessada pelo governo Pimentel poderia ser solucionada, caso houvesse um pacto entre todos os partidos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), para que as alternativas de arrecadação de recursos por parte do Estado, fossem viabilizadas. “Nós não podemos apostar no quanto pior melhor, pois as dificuldades que o governo de Fernando Pimentel vem encontrando para manter a folha de pagamentos em dia, afetam todos os servidores públicos em geral, em especial os mais pobres”, criticou.

O parlamentar lembrou que o governo tem três projetos na Casa – securitização da dívida, cisão da Codemig, cessão de crédito para pagamento de precatórios – que já poderiam ter sido aprovados, e foram inviabilizados pela oposição, demonstrando uma clara antecipação de discussão eleitoral, para prejudicar o desempenho do governo, mas atacando as necessidades do Estado. “A campanha da eleição é depois de 15 de agosto e agora é hora de apontar os melhores caminhos para a superação da crise de arrecadação que não é exclusiva de Minas, mas da recessão do País”, destacou.

Encontro - Na tentativa de enfrentar o impasse André Quintão, o 1° Secretário da Casa, deputado Rogério Correia e o líder de governo, deputado Durval Ângelo, se reuniram na terça-feira (16/06), com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), Cláudio Terrão, para debater a suspensão de uma operação de crédito de R$ 2 bilhões, solicitada pelo governo Fernando Pimentel para tentar normalizar o fluxo de caixa. Os deputados foram solicitar que o TCE avalie a necessidade de liberação dessa operação financeira, que envolve a Codemig e a MGI Participações, já realizada por governos anteriores. Trata-se de uma alternativa para a captação de recursos de curto prazo, como a securitização, para pagamentos de precatórios, e no caso o governo utilizaria para pagamento dos servidores, por exemplo.

André destacou o respeito absoluto dos deputados com o Judiciário e o Tribunal de Contas do Estado (TCE), mas que a legalidade da operação, já aprovada anteriormente, é de extrema urgência no atendimento ao funcionamento dos serviços públicos essenciais.

“Nossa expectativa é que haja um convencimento dos conselheiros em apoiar a proposta, pois o TCE também tem enorme responsabilidade com nosso Estado e é formado por cidadãos com experiência e maturidade, que conhecem a função do Legislativo e sabem que, em última instância, deve-se prevalecer o interesse da população”, finalizou o deputado.


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