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Marília Campos repudia vídeos de torcedores brasileiros que ofenderam mulheres russas

Núcelo de Comunicação do Bloco Minas Melhor

Foto: Guilherme Bergamine / ALMG

São inegáveis os avanços que a Lei Maria da Penha trouxe em termos de denúncia e punição da violência doméstica contra a mulher em seus 12 anos de existência, mas a violência midiática e nas redes sociais continuam a oprimir a condição feminina. A deputada Marília Campos (PT) denunciou os vídeos feitos por torcedores brasileiros na Copa expondo mulheres russas que não entenderam que estavam sendo ridicularizadas. “São situações aparentemente inocentes, que ainda demonstram a tendência de se amenizar um outro tipo de violência praticada contra a mulher, que são as de cunho moral e psicológico”, denunciou.

Para discutir esse e outros temas sobre o tratamento que a mídia dá à mulher, incluindo pesquisa recente de caráter ofensivo ao sexo feminino em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, publicada no dia 9 de maio nos jornais O Tempo e Super Notícia, foi aprovado requerimento de audiência com convidados na Comissão Extraordinária das Mulheres da Assembleia Legislativa. A reunião aconteceu na quarta-feira (20/6) e contou com a presença do deputado André Quintão, líder do Bloco Minas Melhor, e da deputada Celise Laviola (PMDB). Segundo a presidente e autora dos requerimentos, deputada Marília Campos, a mídia de uma maneira geral desqualifica a mulher.

A reportagem dos veículos mostra que Ibirité foi apontado como município líder, em Minas Gerais, no ranking da infidelidade, colocando as mulheres como mais infiéis que os homens. O levantamento foi realizado em 2017 pelo site Ashley Madison, especializado em encontros extraconjugais, com mais de 54 milhões de membros em todo o mundo.

Racismo - Outro requerimento foi aprovado para a realização de reunião com convidados que vai debater a situação das mulheres negras na sociedade atual. Conforme argumentação de Marília Campos, os indicadores sociais mostram que essas mulheres sofrem mais que as brancas, em situações profissionais e em atendimento nas áreas de saúde e justiça. A discriminação e a opressão enfrentadas, especialmente pelas mulheres negras no País, colocam essa imensa parcela da população em total desvantagem, numa situação que precisa ser combatida e enfrentada", declarou a parlamentar.


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