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Comissão de Direitos Humanos quer fazer inspeção no cárcere de Lula em Curitiba


Deputado Paulo Guedes com o ex-presidente e o governador Fernando Pimentel durante a Caravana Lula em 2017

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor / Assessoria ALMG

Foto: Assessoria Deputado Paulo Guedes

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa aprovou, na quarta-feira (13/6), requerimento do deputado Paulo Guedes (PT) para que a juíza de Direito da 12ª Vara Federal de Curitiba, Carolina Moura Lebbos, autorize uma inspeção nas condições do cárcere do ex-presidente presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Curitiba. A prisão e o isolamento tem provocado indignação mundial.

Lula está preso, há mais de dois meses, na Superintendência da Polícia Federal. Se autorizada, a verificação poderá se transformar numa visita formal da Comissão de Direitos Humanos ao local, conforme requerimento aprovado, do presidente do colegiado, deputado Cristiano Silveira (PT).

A comissão aprovou ainda pedido do 1º secretário da ALMG, deputado Rogério Correia (PT), para fazer audiência pública para debater a conclusão de inquéritos requeridos pelo promotor de justiça André Luis Garcia de Pinho contra o jornalista Marco Aurélio Flores Carone. Criador do Novojornal, Carone foi responsável, há alguns anos, por uma série de denúncias contra políticos mineiros, em especial então candidato à Presidência da República, Aécio Neves, no Mensalão Tucano. Por causa disso, em 2014, ele foi preso e passou quase 10 meses em reclusão, três deles na solitária.

O jornalista foi acusado de falsário, caluniador e formador de quadrilha pelo promotor André Luis Garcia de Pinho, da Promotoria de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de Minas Gerais.

Em 2016, a juíza Kenea Márcia Damato de Moura Gomes, da 12ª Vara Criminal de Belo Horizonte, mandou arquivar um dos inquéritos por falta de provas. E assim teriam se seguido outras decisões favoráveis ao jornalista, confirmando a suspeita de perseguição política.

Na terça-feira (12/6), o Conselho Superior do Ministério Público de Minas Gerais colocou o promotor em disponibilidade por falta de comparecimento ao trabalho e baixa produtividade. Se a decisão não for revista, ele continuará impedido de exercer funções.



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