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Opinião

 
 

Sobre Copas e Brasis


Sobre Copas e Brasis

O ano era o de 2014. Desde 2007, tempo da escolha do País como sede da Copa do Mundo, o Brasil mudou e muito. Pelo menos dois tipos de país podiam ser divisados aí.

Um era o do entusiasmo, do sentimento de nação, de um reconhecimento que o esforço de distribuição de renda colocava o Brasil num patamar histórico jamais visto. Ainda que faltasse muita coisa para avançar mais.

Mas éramos respeitados internacionalmente. Éramos uma referência em termos de políticas de inclusão social, de geração de empregos sustentáveis e de conseguir montar a complexa relação entre desenvolvimento e meio ambiente.

Lula era a personificação de um republicanismo ausente na história brasileira. Executivo, Legislativo e Judiciário conseguiam conviver como organismos de controle e regulação mútuos. Os problemas estruturais brasileiros eram enfrentados com equilíbrio, transparência e participação social.

Do enfrentamento da desigualdade crônica ao combate à corrupção, o Brasil era exemplo. Nesse quesito, Lula praticou a convivência harmônica entre os poderes, como salientado anteriormente, garantiu autonomia operacional e administrativa ao Ministério Público Federal (MPF) e à Polícia Federal (PF), reforçou o aparato legal preventivo e punitivo aos malfeitos, fortaleceu os órgãos controladores dentros dos ministérios e empresas estatais.

Claro que nem tudo eram flores. Afinal, dívidas históricas e sociais de cinco séculos não seriam resgatadas em cinco anos.

Porém, a trilha estava aberta. A Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 simbolizavam esse esforço de caminhada.

Contudo, a luta política – do pior nível possível – intercedeu em desfavor de tudo isso. Um outro Brasil veio à tona.

Setores empresariais (daqui e de fora)parte da imprensa e agências de espionagem internacionais, percebendo o potencial de governos democráticos e populares, começam a urdir a desestabilização de todos esses processos.

E de fato conseguiram. Como previra o genial George Orwell: “A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa”. Pelo menos uma parcela da massa aderiu à insurgência golpista. E insultou Dilma nos estádios.

E hoje? Com indíces estratosféricos de desemprego, gasolina 60% mais cara, desmonte de políticas sociais protetivas e ameaças à direitos previdenciários históricos, além do esfacelamento da soberania nacional, a abertura da Copa de 2018, na Rússia, deveria incentivar os que foram manipulados pela esfinge do Golpe a que saiam de seu estado de hipnose.

E ajudem a reunificar os Brasis!




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