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Líder do governo repudia invasão ao Palácio da Liberdade

Décio Junior - Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto: Patrícia Aranha

O líder do governo, Durval Ângelo (PT), afirmou na quinta-feira (7/6) que a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) não pode ser conivente à invasão do Palácio da Liberdade por uma minoria de servidores da segurança pública.

O parlamentar lembrou de outros fatos históricos em que manifestantes chegaram a abrir os portões do Palácio, mas que mantiveram respeito à instituição, que simboliza o Poder do estado. “Em 1983, tivemos numa manifestação da praça da liberdade com mais de 100 mil desempregados, durante o governo Tancredo Neves. Naquela situação o líder do movimento, o metalúrgico João Paulo Pires de Vasconcelos, pediu ao microfone que o Palácio não fosse invadido, e os manifestantes, em respeito à democracia, respeitaram”, lembrou.

O parlamentar fez duras críticas ao deputado Sargento Rodrigues (PTB) que estava liderando o movimento. “O sargento foi além da mera discussão teórica na tribuna da assembleia. Ele pôs em votação e, psicologicamente alterado, chamou 500 policiais para invadir o Palácio da Liberdade”, lamentou.

A ação foi reprimida pela Justiça. A 3ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte ordenou a desocupação do Palácio, sob pena de multa e prisão.

Em nota, o governo do estado considerou o ato irresponsável e lamentou o oportunismo político.

Nota do governo na íntegra:

O governo estadual condena veementemente a irresponsabilidade do ex-policial, já protagonista de outros episódios vergonhosos, que insuflou nesta quarta-feira (6) uma claque a invadir o Palácio da Liberdade. Graças à ação e ao trabalho responsável da Polícia Militar, o cenário em Minas Gerais é de queda dos índices de criminalidade. A tentativa de desestabilizar a área de Segurança, que apresenta os melhores resultados dos últimos 7 anos, é ainda mais perigosa diante dos ataques criminosos a ônibus em 26 municípios mineiros.

Trata-se de lamentável oportunismo político que ignora a crise herdada de gestões passadas e as limitações da LRF. Mesmo no cenário de crise, o governo honrou aumentos concedidos antes de 2015 e chegou a reajustar em 15% os salários dos policiais militares em abril daquele ano. O mesmo compromisso tem sido demonstrado com os pagamentos referentes a pensão e saúde no âmbito do IPS.



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