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Parlamentares querem retomada da produção da Petrobras e fim da gestão Pedro Parente

Décio Junior - Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto: Patrícia Aranha

No dia em que o presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou mais um reajuste (74%) do preço da gasolina nas refinarias - mesmo com a paralisação dos petroleiros em greve contra a política de reajustes de preços - o deputado Rogério Correia (PT), 1º Secretário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, criticou a política de preços adotada pela empresa e considerou uma estratégia neoliberal a diminuição da capacidade produtiva da Petrobras. “Essa é uma manobra para a venda da estatal”, alertou.

Durante audiência pública da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social, requerida pelo próprio parlamentar, Rogério lembrou que, durante os governos Lula e Dilma, o Brasil tinha uma política de abastecimento de mercado interno que dava autonomia à Petrobras. “Agora ela aumenta o combustível de acordo com o mercado, ou seja, aumentou o dólar, aumenta o preço. Isso dá uma característica de lucro que facilita a privatização”, disse.

Para o deputado, a venda da Petrobras seria um “desastre para o País”, já que a empresa corresponde a mais de 50% da parcela da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) do Governo Federal.

“Se venderem a Petrobras, vamos perder a nossa ‘galinha dos ovos de ouro’, que é de onde, segundo a lei da partilha, tínhamos 75% para a Educação e 25% para a Saúde. Mas perdemos isso com o congelamento dos investimentos por 20 anos feitos pelo governo Temer e, se continuarmos com essa política, o Brasil vai para o buraco e com graves problemas, que será difícil o País se recuperar”, alertou.

Soberania enfraquecida - O líder do Bloco Minas Melhor, deputado André Quintão (PT), que presidiu a audiência, disse que é preciso denunciar a política de preços da Petrobras que enfraqueceu a estatal. “Uma política que enfraqueceu a soberania nacional e desequilibrou as contas públicas. E quem paga o pato são os trabalhadores, os consumidores, o povo brasileiro”, lamentou.

A deputada Marília Campos (PT), que durante a semana manifestou apoio à paralisação dos petroleiros – e também dos caminhoneiros e dos metroviários de Belo Horizonte – disse que as medidas implementadas por Pedro Parente favorecem as grandes multinacionais e o mercado e não valorizam as riquezas do próprio país e tampouco os brasileiros e brasileiras. “Trata-se de um crime de lesa-pátria", denunciou.

Requerimentos - Os parlamentares aprovaram dois requerimentos durante a audiência. Um deles prevê a visita da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social à refinaria de Gabriel Passos em Betim, na sexta-feira (31/05) e o outro a realização de uma audiência da mesma Comissão na própria refinaria, na sexta-feira (01/06). Os autores dos requerimentos foram os deputados Rogério Correia, Marília Campos, Doutor Jean Freire, todos do PT, e Léo Portela (PR).


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