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Brasileiro pode pagar mais caro pelo combustível se Governo Federal insistir em não mudar política

Décio Junior - Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto - Reprodução

A isenção da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) e do PIS/Cofins proposto pelo governo Temer como medida para tentar segurar o preço do óleo diesel pelos próximos 60 dias não deve surtir efeito no bolso dos brasileiros. Isso porque, segundo o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Carlos Machado, a proposta não inclui a gasolina nem o gás de cozinha.

“Após esse congelamento e redução de impostos, a política de preços será mantida. É uma medida paliativa e causa outros transtornos, uma vez que causa um impacto nas contas públicas e no atendimento à população”, alertou.

O economista foi um dos convidados da audiência pública da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social que debateu, na quarta-feira (30/05), a greve dos caminhoneiros e a política de preços adotadas pelo governo federal e pela Petrobras. O autor do requerimento que deu origem ao debate foi o 1º Secretário da Assembleia Legislativa, Rogério Correia (PT).

Segundo o economista, a escalada dos preços dos combustíveis está atrelada à diminuição do refino do petróleo pela própria Petrobras. “A Petrobras tem capacidade de refinar 2,4 milhões de barris por dia, enquanto o consumo de derivados é de 2,2 milhões. No entanto, ela está refinando cerca de 1,6 milhão de barris por dia, ou seja, a Petrobras abriu mão do refino próprio para importar derivados”, pontuou.

Alinhamento internacional - Outra situação que contribui para os reajustes abusivos é o alinhamento dos preços dos derivados nacionais com os produtos internacionais. “Quando você incentiva a importação em detrimento ao refino do local, os combustíveis brasileiros ficam sujeitos à oscilação do mercado internacional. Então hoje, o País tem uma política de preços que se atrela ao mercado internacional”, explicou. 

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