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Deputados do Minas Melhor apoiam greve dos petroleiros por mudanças na política de preços da Petrobras

Núcleo de Comunicação - Bloco Minas Melhor

Foto: Reprodução

A greve dos petroleiros, iniciada na quarta-feira (30/5), foi deflagrada com o objetivo de chamar a atenção para a política adotada pela Petrobras após o golpe parlamentar de 2016, que visa favorecer o capital financeiro internacional. Na visão dos trabalhadores, a lógica estabelecida pela empresa é diretamente responsável pela crise nos combustíveis que tem assolado o Brasil. Parlamentares do Bloco Minas Melhor, base de sustentação ao governador Fernando Pimentel (PT) na Assembleia Legislativa, manifestaram solidariedade à paralisação dos trabalhadores.

O apoio dos deputados à causa dos petroleiros foi externado durante audiência da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social, ocorrida no primeiro dia da greve dos funcionários da Petrobras,  na quarta.

Para o líder do Bloco Minas Melhor, deputado André Quintão (PT), a participação da sociedade brasileira na luta dos trabalhadores em petróleo é fundamental. “A Comissão está aqui para ouvir, apoiar, mobilizar e lutar junto à greve dos petroleiros por uma política econômica justa e soberana, contra o sucateamento da Petrobras”, comentou.

“Não é uma greve por aumento de salários, mas sim em defesa do Brasil e da Petrobras. Se nós não agirmos, daqui a pouco não teremos nada para defender”, declarou o 1° Secretário da Casa, deputado Rogério Correia (PT), autor do requerimento para realização da audiência, enaltecendo a atitude em defesa do patrimônio nacional encabeçada pelos trabalhadores em greve.

A deputada Marília Campos esteve na Refinaria Gabriel Passos, em Betim, na manhã de quarta-feira, dando apoio ao movimento. “Já fui presidente do Sindicato dos Bancários e sei que enfrentar uma greve que, antes mesmo de começar, já foi declarada ilegal, exige coragem e determinação. Querem oprimir, constranger e dificultar a mobilização. A resposta é a continuidade da greve”, pontuou ela.

Vice-líder do governo, o deputado Léo Portela (PR), lembrou dos “golpes” sofridos pela classe dos petroleiros. “O último golpe foi dado pelo TST na noite de ontem, que tentou, de toda forma, impedir o direito constitucional que os petroleiros têm de manifestar a sua voz enquanto cidadãos trabalhadores”, salientou, comemorando a resiliência pelos trabalhadores da Petrobras, que mesmo tendo a greve considerada ilegal, continuam firmes no propósito de defender a soberania popular.

O movimento dos petroleiros foi enaltecido ainda pelo deputado Doutor Jean Freire (PT), que também compareceu à audiência.

Resistência - A paralisação dos petroleiros, que está prevista para durar 72 horas, deve terminar às 23h30 de sexta-feira (02/06). “O objetivo da greve não é desabastecer a população, mas sim escancarar a absurda política de regulação de preços baseada no mercado internacional”, salientou o coordenador do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro-MG), Anselmo Braga.

Ainda segundo o dirigente, a lógica de mercado da Petrobras contraria a sua missão enquanto empresa pública.



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