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Greve dos caminhoneiros tem apoio de deputados do Bloco Minas Melhor

Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor

Foto: Reprodução

O protesto de caminhoneiros nas principais rodovias do País desde 21 de maio contra os aumentos no preço dos combustíveis, mobilizou discussões ao longo da semana no Plenário da Assembleia Legislativa. Deputados da base governista comentaram os reajustes nas bombas de gasolina, principalmente o do óleo diesel, que chegaram a 12% para o consumidor.

O 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Rogério Correia (PT), considera a greve dos caminhoneiros justa e aprovou requerimento na Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social, para realização de audiência pública, na quarta-feira (6/6), que vai discutir a política de preços praticadas pela Petrobras. E usou a tribuna para fazer um balanço do momento atual, desde o golpe institucional de 2016, que levou ao impeachment da presidente Dilma Rousseff e que desestabilizou o País.  "Foram acordos da oposição que faziam parte de ações lideradas pelos Estados Unidos para desestabilizar os países do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul)”, destacou.

Herança de FHC - Rogério lembrou ainda os anos de governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), cujas decisões aliadas ao mercado e sem pensar no bolso dos mais pobres, quebraram o trabalhador brasileiro no período. E citou os aumentos de preço dos combustíveis nos cinco últimos anos do governo de FHC, quando o produto sofreu aumentos de 170%, enquanto que "nos 12 anos das administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT, houve maior controle da inflação de forma que a variação foi de apenas 28%", ponderou.

“Atualmente nós temos um tucano, o Pedro Parente, na presidência da Petrobrás, e o preço do petróleo é o que o mercado quer, dentro dos ideais neoliberais que o PSDB pratica. Mas em setembro de 2014, a presidente Dilma sofreu uma enorme pressão para equiparar os preços dos combustíveis segundo o mercado internacional e ela se negou. A presidente sabia que isso iria desestabilizar a nossa economia, gerando o caos que estamos vivendo”, relembrou o deputado.

Rogério também comentou as propostas de privatização que estão em discussão, nas áreas de energia elétrica e uso da água, que podem piorar ainda mais a crise social e econômica que vivemos.

"Nós avisamos que inflingir ao povo um governo autoritário e eivado de corruptos que chegaram ao poder por um golpe, não faria do Brasil um País melhor. Não fez”, denunciou o deputado.

Manutenção - O deputado Bosco (Avante) declarou também apoio aos grevistas e destacou que, além de abastecer, os caminhoneiros precisam arcar com os altos custos de manutenção dos veículos. Bosco exigiu que o governo federal abaixe o preço do diesel de modo definitivo, pois o anúncio de congelar o preço por 15 dias, não resolverá a questão. “Somos solidários com a greve pois eles estão sendo ordeiros, sem quebradeira do patrimônio público, lutando pelos seus direitos. Temos que ter uma ação conjunta para resolver a questão de maneira legal, para aliviar a vida desses trabalhadores”, finalizou.


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