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Força da união histórica entre PMDB e PT pode pesar na escolha de candidatos

Décio Junior - Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto: Divulgação

A aliança de quase duas décadas entre PMDB e PT em Minas Gerais deve favorecer a escolha de um candidato à cabeça de chapa para as eleições de outubro. Essa foi a defesa feita na terça-feira (15/05) pelo Secretário-geral do PMDB, deputado Sávio Souza Cruz. “Essa é uma discussão que deve acontecer dentro do nosso campo político e não com o os nossos adversários”, ressaltou, em resposta às declarações do senador tucano Antonio Anastasia, dadas no dia anterior, de que os peemedebistas poderiam caminhar com o PSDB na eleição deste ano para governador.

O parlamentar, que está no seu 5º mandato como deputado estadual, foi explícito ao descartar a aliança com Anastasia. “O PMDB foi oposição 100% do tempo em que ele governou o estado”, lembrou.

Sávio disse ainda que nunca ouviu do presidente estadual da legenda, o vice-governador Antônio Andrade, uma “proposta de união com os tucanos” e afirmou que não acredita numa virada de jogo. “Estamos há 20 anos num campo político e de uma hora pra outra vamos apoiar o nosso adversário? Não faria sentido”, ponderou ele dizendo que espera uma unidade de todas as alas do partido.

No mesmo tom, o líder do governo na ALMG, deputado Durval Ângelo (PT), lembrou que, apesar de o PMDB não ter definido como caminhará na eleição deste ano, “nem mesmo o Toninho Andrade, que é o mais tucano dos peemedebistas defendeu, até agora, uma aliança com o PSDB, ou seja, esse é só um desejo dos senadores Aécio Neves e Anastasia, mas na realidade o PMDB tem que querer também”.

Durval afirmou que o Partido dos Trabalhadores quer manter a parceira com o PMDB e ampliar as alianças no estado. “O MDB ainda está em disputa e nós vamos entrar nessa disputa”, reforçou.

Durval relatou que o PT têm mantido bons diálogos com outros partidos e que a aliança de 2018 será maior do que da eleição passada, quando Fernando Pimentel compôs aliança com cinco partidos. “Estamos conversando com o PODEMOS, com o PSDC, que tem uma chapa grande, com o PV, PR, PRB, PSB, PDT e outros partidos menores que nem têm representação aqui na Assembleia”, admitiu.

Dilma - Sobre a eventual candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado, Durval respondeu como integrante do Diretório Nacional do PT, ao afirmar que “Dilma só não será candidata a governador, fora isso ela será candidata ao que ela quiser em Minas Gerais”. E acrescentou: “A ex-presidente, vítima de um golpe orquestrado por Aécio Neves, que teve como relator Antonio Anastasia, será, em Minas Gerais, candidata ao que ela quiser e eu acredito que ela vai querer aquilo que for melhor para Fernando Pimentel, em 2018, e para o povo mineiro”.


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