Facebook Youtube Twiter Sound cloud
nas redes
 
 
Logo Minas Sem Censura Newsletter

Opinião

 
 

Seis dos nove inquéritos de Aécio no Supremo devem ser enviados à Justiça de Minas. E Anastasia?

Deu no Congresso em Foco: a maior parte dos inquéritos do senador Aécio Neves (PSDB) que estão no Supremo Tribunal Federal (STF), com a restrição do foro privilegiado a parlamentares decidida pela Corte, devem ser enviados à primeira instância em Minas Gerais. Aqui, o juiz que os receber os enviará à Polícia Civil para investigação e a devida instrução criminal.

A lista dos que podem vir, segundo os novos critérios de privilégio de foro, é composta da seguinte maneira:

1) Inq-4244 – Corrupção e lavagem de dinheiro

Acusações de Alberto Youssef e Delcídio Amaral: "Mensalão de Furnas”, entre 1994 e 2001 (inclui Andrea Neves).

2) Inq-4246 – Lavagem de dinheiro

Acusação de Delcídio Amaral, ex-senador e então relator da CPMI dos Correios (2005): Aécio Neves teria orientado a maquiagem de dados do Banco Rural, fornecidos à CPMI, que investigava os esquemas envolvendo Marcos Valério e a SMP&B, no rumoroso caso que ficou conhecido como “mensalão petista”.

3) Inq-4392 – Investigação penal

Fraude na licitação para favorecer os consórcio vencedores para as obras da Cidade Administrativa, com a contrapartida de propinas que favoreceriam as campanhas eleitorais dele e do senador Antônio Anastasia (PSDB).

4) Inq-4414 – Investigação penal

Delação de executivos da Odebrecht que focaram propinas em 2010 para a campanha dele ao senado e a de Anastasia ao governo de Minas Gerais.

5) Inq-4423 – Investigação penal

Vantagens indevidas e propina, a pedido de Aécio, para as candidaturas de Pimenta da Veiga, Dimas Fabiano e Antônio Anastasia, em 2010, além da dele própria ao Senado.

6) Inq-4436 – Investigação penal

Contrato de fachada entre a Odebrecht e a PVR Propaganda e Marketing: campanha de 2014.

7) Inq-4519 – Corrupção e lavagem de dinheiro:

Delação de Joesley Batista: mais de R$ 60 milhões para a campanha de 2014, compra superfaturada de um imóvel em BH pela quantia de R$ 17 milhões (que valeria menos de R$ 2 milhões) e os repasses flagrados em vídeos, envolvendo seu primo Frederico Pacheco.

Todos eles se encaixam em crimes que não seriam correlatos com a atividade parlamentar dele. Independentemente dos benefícios aos envolvidos, que podem surgir do envio disso à Justiça mineira, a pergunta crucial é a seguinte: se Anastasia é um dos principais beneficiários disso tudo, por que estaria fora de qualquer investigação?

Estranho, não?!



Logo Minas Melhor Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Rua Rodrigues Caldas, 79 - 3º andar
Santo Agostinho - BH / MG

(31) 2108-7597 minasmelhoroficial@gmail.com
Copyright 2016 Minas Melhor.
Facebook Youtube Twiter Sound cloud
nas redes