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Marília Campos e Rogério Correia pedem que Ministério Público barre aumento da tarifa do metrô de BH

Núcleo de Comunicação - Bloco Minas Melhor

Foto: Assessoria de Comunicação - Dep. Marília Campos 

Anunciado no começo da semana, o reajuste de 88% na tarifa do metrô de Belo Horizonte - de R$ 1,80 para R$ 3,40 - tem causado grande preocupação aos usuários do transporte. Os deputados Rogério Correia, 1° secretário da Assembleia Legislativa, e Marília Campos, ambos do PT, foram ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) na quarta-feira (09/05) e quinta-feira (10/05) para pedir que o órgão acione a justiça e impeça o reajuste. O novo valor passa a vigorar a partir de sexta-feira (11/05).

“Pedimos ao Ministério Público a intervenção contra a decisão da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) de reajustar as tarifas do metrô em BH. O aumento é de 90% é o maior da história”, denunciou Rogério Correia. Os deputados foram ao encontro acompanhados de representantes de grupos como o Tarifa Zero e o Sindicato dos Empregados em Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais (Sindimetro/MG).

Para Marília Campos, o reajuste infringe a Lei da Mobilidade Urbana, que diz que apenas o governo do Estado tem o poder de aprovar aumentos na tarifa. “Quem deve autorizar o aumento é o governo do estado, que até o presente momento não se posicionou. Devemos acionar o governo para ficar ao nosso lado na luta”, comentou.

“Cobrar retroativo é uma ilegalidade que desrespeita o Código de Defesa do Consumidor”, disse a parlamentar, em resposta às alegações da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), que atribuiu a mudança no valor da tarifa aos 12 anos em que o preço não foi reajustado. Além do Ministério Público, o Programa Estadual Proteção e de Defesa do Consumidor (Procon-MG) também foi acionado pelos deputados.

Mobilização - Na manhã de quinta-feira (10/05), Marília Campos foi até a Estação Eldorado, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e discursou contra o aumento, ganhando o apoio dos usuários.

O primeiro dia com o novo valor será marcado por um ato na Praça Sete, em BH, às 17h. O evento conta com o apoio do Sindicato dos Metroviários.

De acordo com a deputada, a mobilização popular é imprescindível, visto que o aumento de 88% pode ser o passo inicial rumo à privatização do sistema. “A atitude da CBTU, além de impor um sacrifício grande ao povo, mostra que eles trabalham com o projeto de privatização do metrô”, salientou.

Audiência - A Comissão de Participação Popular aprovou requerimento de Marília Campos para que a CBTU seja convocada para explicar, em audiência pública, as motivações do aumento.



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