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Bancada do PT assume sobrenome Lula e abre faixa de protesto no Plenário da Assembleia

Décio Junior - Núcleo de Comunicação do Bloco Minas Melhor

Foto: Assessoria do Bloco

Os deputados do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa de Minas Gerais adotaram o sobrenome “Lula” em seus nomes parlamentares. O requerimento foi protocolado na Casa pela própria bancada, que aguarda a alteração dos nomes no painel de votação, no site e documentos oficiais do Parlamento. Os deputados protestaram ainda abrindo uma faixa durante a reunião de Plenário realizada na quinta-feira (12/03) com a frase “O povo quer o #LulaLivre”.

A mudança dos nomes faz parte da repulsa contra a arbitrariedade da Justiça que determinou a prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva sem consolidação de provas e antes mesmo de esgotados todos os recursos.

“Mais do que um protesto essa é uma homenagem legítima àquele que foi o melhor Presidente que este País já teve. Um presidente que deixou um legado histórico de políticas públicas que beneficiaram principalmente as pessoas mais pobres deste País com programas importantes na Assistência Social, na Educação, na Saúde e na política habitacional”, lembrou o líder da bancada, deputado André Quintão (PT).

A deputada Marília Campos lembrou que a prisão do ex-presidente não acaba com as ideias nem com o sonho pela reconstrução do País. “Nem com o manto enorme da mentiras é possível esconder a injustiça por muito tempo. No Brasil e no mundo, a consciência contra o golpe vai se alastrando. Nossa luta é dura, mas não vai parar e vai vencer as sombras”, disse.

O deputado Dr. Jean Freire deu o mesmo tom ao dizer que povo brasileiro não pode se acovardar diante das injustiças. “Temos que ir pra cima e estar dispostos a dialogar com todos e todas para mostrar o tamanho do golpe que sofremos. Um golpe que só tira direitos do nosso povo, e que ficou ainda mais claro quando decidiram prender o único presidente oriundo da classe trabalhadora”, disse.

Na avaliação do deputado Paulo Guedes, além da retirada da presidenta Dilma Rousseff do poder, o golpe é uma perseguição política que enfraquece a democracia e tira Lula do processo eleitoral. “Estamos vivendo um pós-golpe liderado pela elite que se organizou em torno de Aécio Neves e Anastasia e que agora está destruindo a democracia no País. Tanto é que estamos até hoje esperando o Judiciário se posicionar com relação a Alckmin, Aécio, Temer e as malas de dinheiro. A Justiça só age com velocidade quando é alguém da esquerda”, denunciou.

Na quarta-feira, os deputados Paulo Guedes, Marília Campos e André Quintão estiveram em Curitiba num ato de solidariedade ao ex-presidente.

O 1º Secretário da Assembleia Legislativa, Rogério Correia, que participou da comitiva, contou que a concentração na capital paranaense está organizada e que, além dos movimento sociais, lideranças políticas como o ex-governador da Bahia Jaques Wagner, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, parlamentares federais e de bancadas estaduais passaram por lá . “Tivemos também um painel organizado por juristas que foram explicar a ilegalidade da prisão e as injustiças que estão cometendo com o presidente Lula”, relatou.

Assim como os colegas parlamentares, Rogério reforçou o enfraquecimento do sistema democrático no País. “Não é uma perseguição ao Lula, o que estão fazendo é muito grave. É uma perseguição à democracia e ao povo brasileiro, que já começa a perceber isso”, disse.



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