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MDB e PT reafirmam compromisso de continuarem caminhando juntos em Minas

Núcleo de Comunicação - Bloco Minas Melhor

Foto: Sarah Torres / ALMG

Aliados históricos em território mineiro, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o Partido dos Trabalhadores (PT) caminham para manter a parceria nas eleições estaduais deste ano. Durante sessão realizada para comemorar os 52 anos do MDB, membros destacados dos dois partidos ressaltaram a importância da continuidade da coligação que elegeu Fernando Pimentel (PT), em 2014, a despeito dos nomes que forem escolhidos para encabeçar a chapa.

“Apoiamos o PT e esperamos que o PT se una a nós também. MDB e PT são como irmãos siameses: duas cabeças em um só corpo”, comparou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adalclever Lopes (PMDB). Lançado pelos correligionários como opção para o cargo de governador ou senador, o parlamentar disse estar preparado para assumir qualquer tarefa estipulada pela direção da legenda.

A unidade e a harmonia existentes entre os integrantes do MDB foram destacadas pelo deputado. Quando perguntado sobre a possibilidade de ter o PT ao lado do MDB em caso de candidatura própria, Adalclever Lopes foi taxativo ao dizer que os partidos caminham juntos.

Líder da Maioria e integrante da bancada do MDB na Assembleia, Tadeu Martins Leite reforçou a necessidade de manter a coligação. “Nossa aliança com o PT continua e não temos a intenção de mudar nosso campo, do qual somos históricos participantes”, disse. Na visão dele, tanto Adalclever Lopes quanto Josué Alencar – filho do ex-vice-presidente da República José Alencar – representariam com competência os ideais do partido. Além de destacar o bom trabalho feito por Adaclever à frente do Parlamento Mineiro, o líder lembrou que, nas viagens ao interior de Minas, os nomes Josué e Adalclever são muito bem quistos.

Tadeu Martins Leite destacou ainda o trabalho de interlocução feito pelo vice-governador de Minas, Antônio Andrade, em prol da candidatura própria do MDB. O parlamentar enfatizou, contudo, que não é preciso ter pressa para “bater o martelo”, visto que a convenção da legenda para oficializar as candidaturas só será realizada em julho.

Josué Alencar fez fez coro à ideia de manter a coligação na disputa pelo governo do Estado. “A aliança com o PT continua e as pesquisas de opinião mostram, pois ele (Fernando Pimentel) está relativamente bem avaliado. Herdou uma herança com muitos problemas da gestão anterior e a situação macroeconômica do País não ajudou. É legítimo termos candidatura própria, mas temos alianças com vários outros partidos”, resumiu Josué.

Herança maldita - Governador de Minas entre 1987 e 1991, Newton Cardoso destacou o caráter íntegro de Adalclever e fez menção ao cenário caótico que Pimentel encontrou ao assumir o Palácio da Liberdade, após 12 anos de governo tucano. “O Pimentel é gente boa, mas herdou um fardo pesado, pois a roubalheira do ex-governador Aécio Neves (PSDB) foi muito grande”, bradou.

Senador pelo Paraná, Roberto Requião (PMDB) destacou a força da aliança entre PT e MDB em Minas. "Eu espero que, nessa aliança progressista que tem sido feita repetidamente em Minas Gerais, o PT venha junto venha conosco. Como será essa aliança, veremos depois, porque o fundamental é que temos dois nomes fortíssimos para disputar essa eleição, tanto para Senado quanto para o governo do Estado, que são Adalclever e Josué”, pontuou.

Chapa dos sonhos - O 3° Vice-presidente da Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores, Luiz Dulci, representou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi ministro da Casa Civil, na solenidade e disse acreditar na manutenção da aliança entre as legendas. Pra ele, a “chapa dos sonhos” em Minas será aquela que consiga assegurar unidade entre os partidos do grupo.

Depois de salientar a qualidade dos nomes apresentados pelo MDB como pré-candidatos, Dulci afirmou que vê com naturalidade o fato de a Executiva emedebista almejar a candidatura própria. “É natural que, em um primeiro momento, todos os partidos lancem candidatos. É assim que acontece na democracia, sobretudo em uma eleição de dois turnos, até mesmo para ver a recepção da opinião pública. Isso não significa que, a médio prazo, não se possa chegar a um entendimento”, declarou.

O dirigente disse ainda que vê em uma chapa encabeçada pelo atual governador Fernando Pimentel a composição com mais chances de vencer o pleito de outubro.

Bloco -  Além de Luiz Dulci, o PT foi representado por integrantes de sua bancada na Casa, como o líder, André Quintão; o 1 secretário da Casa, Rogério Correia, o líder de governo, Durval Ângelo; e os deputados Paulo Guedes, Marília Campos e Doutor Jean Freire. Jô Moraes, deputada federal pelo PCdoB, também marcou presença. Gustavo Santana e Arnaldo Silva, do PR, compareceram ao encontro, que foi presidido por Gilberto Abramo (PRB).


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