Facebook Youtube Twiter Sound cloud
nas redes
 
 
Logo Minas Sem Censura Newsletter

Mais Notícias

 
 

Durval Ângelo repudia fala preconceituosa de desembargadora contra professora com Down

Núcleo de Comunicação - Bloco Minas Melhor

Foto: Luiz Santana / ALMG

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Durval Ângelo (PT), protestou contra as recentes declarações preconceituosas da desembargadora carioca Marília Castro Neves, em uma rede social contra o fato de Débora Seabre, de 36 anos, ter se tornado a primeira professora com Síndrome de Down do País. Para ele, as afirmações demonstram que ela é "uma magistrada que não dignifica a toga que deveria vestir”. O caso foi lembrado pelo parlamentar na quarta-feira (21/03), em Plenário, na mesma data em que é comemorado o Dia Internacional da Pessoa com Síndrome de Down.

Durval Ângelo classificou as falas de Marília Castro como desmoralizantes. “O que será que essa professora ensina? A quem?”, pergunta o texto postado por ela em seu Facebook,no último fim de semana.

Débora Seabra leciona em uma escola de Natal (RN) e é tida como uma figura pioneira. “Ela é a primeira educadora com síndrome de Down no Brasil e já lançou um livro”, frisou o deputado. O evento de lançamento do livro “Débora Conta Histórias” (Editora Alfaguara Brasil), em 2013, contou com a presença de João Ubaldo Ribeiro, à época membro da Acadêmia Brasileira de Letras (ABL).

Débora Seabra respondeu à magistrada por meio de uma carta divulgada na segunda-feira (19/03). A educadora ressalta a importância da luta contra a discriminação e encerra o texto dizendo que “quem discrimina é criminoso”

O discurso de ódio de Marília Castro Neves contra a educadora potiguar não é sua primeira manifestação de preconceito. A desembargadora, que faz parte da 20° Câmara Cível do Tribunal do Estado do Rio de Janeiro, postou, também no Facebook, uma série de mentiras a respeito da vereadora fluminense Marielle Franco (PSOL), executada a tiros no último dia 14.

Postagens odiosas são “rotina” para desembargadora - "O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) anunciou que irá investigar essa cidadã, pois ela também defendeu a morte do deputado Jean Wyllys, dizendo que ele não valia a bala que poderia matá-lo”, bradou Durval Ângelo, fazendo menção à decisão do órgão de investigar a conduta de Marília Castro Neves.

Além das mentiras espalhadas sobre Marielle Franco e do preconceito contra Débora Seabra, houve outra demonstração de intolerância por parte da desembargadora, ocorrida em dezembro de 2015. Na ocasião, ela fez comentários no Facebook que pediam o fuzilamento do deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ).



Logo Minas Melhor Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Rua Rodrigues Caldas, 79 - 3º andar
Santo Agostinho - BH / MG

(31) 2108-7597 minasmelhoroficial@gmail.com
Copyright 2016 Minas Melhor.
Facebook Youtube Twiter Sound cloud
nas redes