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Plano de Desenvolvimento do Artesanato vai incrementar setor que mantém viva a história de Minas

Edição: Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor / Assessoria da ALMG 

Foto: Erickson Aranha / Agência Minas

O lançamento do Plano de Desenvolvimento do Artesanato, que pretende impulsionar a área, foi debatido durante audiência da Comissão de Cultura da Assembleia, na quarta-feira (8/11). O deputado Bosco (Avante), presidente da comissão, salientou que o segmento, além de movimentar a economia, mantém viva a história do Estado. “É uma indústria que não polui e que reaproveita materiais que seriam descartados. É um segmento fundamental para a economia criativa e o equilíbrio social”, pontuou. O parlamentar ainda citou a atuação da ALMG na área, com a cessão de espaço para exposições de artesanato.

Thiago de Souza, da Secretaria Extraordinária de Desenvolvimento Integrado e Fóruns Regionais (Seedif), detalhou que o esboço do plano já foi encomendado e deve haver um lançamento inicial em março do próximo ano. Sebrae e universidades são parceiros no projeto. Em seguida, o governo quer ouvir os artesãos nos territórios de desenvolvimento.

Setor importante - Mesmo enfrentando gargalos, não só em Minas, mas no País, o artesanato responde por 3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Os 8,5 milhões de artesãos movimentam R$ 50 bilhões por ano, segundo dados do setor. Em Minas, são mais de 300 mil artesãos, com receita anual de R$ 2,2 bilhões.

O portal de vendas que o plano prevê pode amenizar o gargalo da comercialização dos artesãos, problema ainda enfrentado principalmente por profissionais do interior do estado. “O consumidor de artesanato quer saber como foi feito, a inspiração para as peças, e nesse caso, o artesão é o melhor vendedor”, enfatizou Thiago.

Thiago de Souza citou outras ações do Poder Executivo, entre as quais os mutirões de cadastramento dos artesãos, em andamento. O número de profissionais inscritos, que era de 1.630 em março, já está em 5 mil.

As mulheres, que predominam no segmento de artesanato, foram representadas por Efigênia Cipriano Nascimento, presidente da Associação dos Agricultores Familiares de Cipotânea. Ela contou como o trabalho em palha de milho, feito por 40 famílias, mudou a vida da cidade de 7 mil habitantes na Zona da Mata. “Nosso produto já foi até para a Itália”, comemorou.

Consciência Negra – A comissão aprovou requerimento do deputado Rogério Correia (PT) para realização de audiência destinada a discutir a preservação da cultura de matriz africana, tendo em vista as comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra, em 20 de novembro, e a solenidade do VIII Prêmio Zumbi de Cultura, que homenageará pessoas que se destacaram nos campos das artes, da política e da cultura negra em Minas e no Brasil.



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